Malha fina: quase 95% das declarações retidas cometeram um desses três erros básicos

Conhecer em detalhes os problemas que mais levam à malha fina pode ajudar o contribuinte

Três motivos, três erros principais foram responsáveis pela retenção de quase 95% das declarações na malha fina do Imposto de Renda. Isso no ano passado. Assim, conhecer os deslizes é importante para o contribuinte não cometer os mesmos equívocos na nova rodada de declarações. Espera-se para março a divulgação do conjunto de regras do IR 2025.

O principal erro se concentra em deduções. Assim, 57,4% cometeram esse equívoco. E as despesas médicas são o principal motivo de retenção. A Inteligência Financeira apresentou uma reportagem detalhada sobre o assunto. Você confere aqui.

Cabe lembrar aqui. A Receita Federal recebeu no ano passado 45,4 milhões de declarações, sendo que 1,4 milhão foram retidas na malha fina. Dessa maneira, é possível dizer que o erro em deduções – e os outros dois erros – brecaram nada menos que 1,3 milhão de documentos.

Então, o segundo erro mais frequente foi a omissão de rendimentos na declaração. “Inclui rendimentos não declarados pelos titulares das declarações ou por seus dependentes”, indicou a Receita em divulgação sobre o assunto que você acessa aqui. Ao todo, 27,8% dos rendimentos cometeram esse erro.

O terceiro equívoco mais comum (9,4% dos casos) foi o que o órgão regulador chama de ‘Diferenças no Imposto Retido na Fonte’. Então, isso significa que houve diferença entre valores declarados pelo contribuinte e os informados pelas fontes pagadoras.

Dessa forma, confira a seguir a lista com as cinco maiores causas de retenção na malha fina

Tipo de erro cometido
pelo contribuinte
Porcentagem
do erro (%)
Deduções57,4
Omissão de rendimentos27,8
Diferenças no Imposto Retido na Fonte9,4
Deduções de incentivos2,7
Rendimentos recebidos acumuladamente1,6
Fonte: Receita Federal do Brasil

Malha fina: saiba mais sobre o assunto

Então, para o contribuinte que deseja saber mais sobre o assunto, vale assistir o vídeo abaixo produzido pela Inteligência Financeira.

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