Bolsa de Valores hoje: Acompanhe em tempo real as notícias do Ibovespa no dia 27/03/2025
Última Atualização: 27 mar. 2025, 23:51
Cobre cai em meio à realização de lucros
Preço do ouro estável, apoiado por fatores econômicos e geopolíticos
Preços do petróleo mistos; volatilidade do mercado pode aumentar
Bolsa de Hong Kong abre em alta de 0,4%, aos 23.672,82 pontos, puxada por tecnologia
Bolsa de Xangai abre em baixa de 0,05%, aos 3.372,04 pontos, com realização de lucros
AGENDA DE AMANHÃ: Caged, Pnad e inflação nos EUA são destaque
Os dados do mercado de trabalho do Caged e da Pnad Continua referentes a fevereiro são o principal destaque na agenda doméstica nesta quinta-feira. Nos Estados Unidos, os números de consumo e do deflator do PCE devem ser acompanhados, assim como a atualização das expectativas de inflação da Universidade de Michigan.
Agenda de sexta-feira, 28 de março
27/03/2025 15:57:25
— Valor Econômico
AGENDA DA SEMANA: Payroll, PMIs e produção inudstrial no Brasil é destaque
Agenda BC: Galípolo cumpre agenda de audiências com agentes do mercado
SOBE E DESCE DAS AÇÕES: JBS avança e Marcopolo lidera perdas
Confira as maiores oscilações desta quinta-feira (27):
JBS ON: Teve alta de 5,83%. Segundo operadores, a companhia reforçou, durante teleconferência, que seria pouco afetada em um ambiente de guerra tarifária, o que ajudou os papéis. Além disso, houve uma “interpretação melhor” do balanço, com a visão de que JBS continuará a apresentar volumes e margens melhores
Hapvida ON: Avançou 5,38% em dia de fechamento da curva a termo
Cogna ON: Subiu 5,15% em dia de recuo dos juros futuros
Marcopolo PN: Recuou 4,98%, ampliando a baixa de mais de 1% vista na véspera
CVC Brasil ON: Teve queda de 2,58%. Segundo analistas do BTG Pactual, a companhia avançou na reestruturação operacional, mas a queima de caixa registrada pela empresa gera preocupação
Vamos ON: Cedeu 2,28%. As ações passaram por um movimento de correção após registrar alta mais expressiva por duas sessões
27/03/2025 18:26:39
— Valor Econômico
GIRO DO MERCADO: Dólar à vista amplia alta em linha com piora de outras moedas emergentes; Ibovespa diminuiu ímpeto
O dólar à vista ampliou a alta na tarde desta quinta-feira (27), em meio a uma piora de moedas emergentes, em geral. Ao mesmo tempo, o Ibovespa reduziu os ganhos e se afastou das máximas. Segundo operadores de mercado, a perda de ímpeto registrada pelo principal índice da bolsa brasileira é reflexo da notícia de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pretende aplicar uma sobretaxa a todos os bens importados do Brasil, sem exceção, caso decida incluir o país no tarifaço que promete anunciar em 2 de abril. A informação é da “Folha de S. Paulo”.
Por volta das 16h20, o dólar à vista apreciava 0,29%, a R$ 5,7492. Já o Ibovespa tinha alta de 0,47%, aos 133.137 pontos, se afastando da máxima de 133.904 pontos. As ações da Vale e da Petrobras seguiam em elevação. As PN da petroleira tinha valorização de 0,96%, enquanto as ações da mineradora subiam 1,20%.
Os juros futuros, por sua vez, seguiam em forte queda. O movimento é impulsionado pela leitura melhor do que o esperado para o IPCA-15 de março. Além disso, o leilão de títulos prefixados do Tesouro foi pequeno. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) de janeiro de 2026 caía de 15,16%, do ajuste anterior, para 15,035%; e a do DI para janeiro de 2031 cedia de 14,97% para 14,84%.
27/03/2025 16:28:33
— Valor Econômico
Norma aprovada pelo CMN libera fundos de pensão da obrigação de vender imóveis até 2030
CMN aprova resolução para aprimorar opções de investimento dos fundos de pensão
FECHAMENTO: Temor de Caged forte freia queda dos juros por IPCA-15, leilão e BC
A leitura melhor que o esperado do IPCA-15 de março, a oferta pequena de títulos prefixados do Tesouro Nacional e uma postura mais neutra de autoridades do Banco Central levaram a uma queda robusta dos juros futuros na sessão desta quinta-feira. As taxas chegaram a cair mais de 20 pontos-base nos vértices intermediários da curva a termo. No fim do pregão o recuo das taxas perdeu força diante da expectativa entre os agentes por uma geração de empregos forte no Caged de fevereiro, que será divulgado amanhã. Segundo números que circulam no mercado, o Brasil teria criado mais de 400 mil vagas no mês passado.
Assim, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 encerrou em queda de 15,16%, do ajuste anterior, para 15,10%; a do DI de janeiro de 2027 cedeu de 15,135% a 15,00%; a do DI de janeiro de 2029 baixou de 14,90% a 14,78%; e a do DI de janeiro de 2031 anotou recuo de 14,97% a 14,88%.
27/03/2025 18:07:16
— Valor Econômico
Giancarlo Greco é reeleito presidente da Abecs
Forte demanda pelo consignado privado faz disparar downloads do app do Agibank
FECHAMENTO: Ibovespa avança com apoio de Petrobras e Vale em dia de menor liquidez
Depois de subir até os 133.904 pontos, o Ibovespa perdeu um pouco de tração durante a tarde e fechou em alta de 0,47%, aos 133.149 pontos. Na mínima do dia, o índice chegou a tocar os 132.479 pontos. Segundo operadores, a notícia de que o presidente americano, Donald Trump, pretende aplicar uma sobretaxa a todos bens importados do Brasil, caso decida incluir o país no tarifaço do dia 2 de abril, ajudou a reduzir o avanço do índice.
Durante boa parte da sessão, a forte correção registrada pelos juros futuros deu suporte para um avanço do índice. Dados melhores do que o esperado para o IPCA-15, assim como um leilão menor de títulos prefixados do Tesouro, impulsionaram um ajuste expressivo na curva de juros. A subida de blue chips, como Vale e Petrobras, em mais um dia favorável de fluxos de investidores estrangeiros, ajudou a potencializar uma alta no índice.
As ações PN da Petrobras encerraram em alta de 0,75%, enquanto os papéis da Vale avançaram 0,80%. Durante parte da sessão, a liquidez foi mais baixa, o que pode ter intensificado a volatilidade. O volume financeiro negociado no índice foi de R$ 15,6 bilhões e de R$ 20,8 bilhões na B3. Já em Wall Street, os principais índices registraram movimento negativo: o Nasdaq recuou 0,53%; o Dow Jones cedeu 0,37%; e o S&P 500 teve queda de 0,33%.
27/03/2025 17:29:04
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Bolsas de NY fecham em queda com incertezas sobre tarifas
Os principais índices acionários de Nova York fecharam esta quinta-feira (27) em leve queda. O mau humor causado nos mercados pela incerteza com relação à política tarifária de Donald Trump foi suficiente para ofuscar a revisão dos dados acima do esperado para o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA do quarto trimestre.
No fechamento, o índice Dow Jones registrou queda de 0,35%, aos 42.299,70 pontos, enquanto o S&P 500 desvalorizou 0,33%, aos 5.693,31 pontos, e o Nasdaq cedeu 0,53% aos 17.804,03 pontos. O setor de melhor desempenho hoje foi o de bens de consumo básico (1%). Em contraponto, o setor de tecnologia registrou uma queda de 0,75% no dia.
Os mercados ainda digerem o anúncio feito por Trump ontem, após o final do pregão, de que os Estados Unidos irão aplicar uma tarifa de 25% sobre todos os veículos que não forem produzidos no país. Além disso, os investidores seguem à espera de mais informações sobre as taxas que serão divulgadas no dia 2 de abril, chamado pelo presidente de ‘Liberation Day’.
As incertezas causadas pela política comercial dos EUA também ofuscaram os dados de crescimento do PIB do quarto trimestre. O indicador foi revisado para cima, para 2,4% em base anualizada, ante as expectativas de que ficaria em 2,3%, em linha com a segunda leitura.
Já os pedidos semanais de seguro-desemprego tiveram queda de 225 mil para 224 mil, um sinal de resiliência no mercado de trabalho, ainda que abaixo do consenso dos analistas consultados pelo “The Wall Street Journal”, que apontava para 226 mil novos pedidos.
27/03/2025 17:19:37
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Dólar à vista avança em dia ruim para moedas da América Latina
O dólar à vista encerrou a sessão desta quinta-feira em alta, em um pregão marcado pela apreciação da moeda dos Estados Unidos frente às divisas da America Latina. Nos demais mercados houve queda do dólar. A incerteza em torno das medidas tarifárias do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, continuou trazendo volatilidade aos ativos, com possível desmonte de posições nos mercados da região.
Encerradas as negociações, o dólar à vista avançou 0,34%, cotado a R$ 5,7521, depois de bater na mínima de R$ 5,7221 e encostar na máxima de R$ 5,7706. Já o euro comercial exibiu apreciação de 0,74%, cotado a R$ 6,2088. No exterior, perto do fechamento, o índice DXY recuava 0,25%, aos 104,290 pontos.
27/03/2025 17:06:50
— Valor Econômico
BC do México reduz taxa de juros de referência de 9,50% para 9%
Tesouro divulga nesta sexta-feira Relatório Mensal da Dívida Pública de fevereiro
Onfield, escritório com foco em atletas e fortunas, abre as portas após cisão da Deltaflow
GIRO DO MERCADO: IPCA-15 derruba juros futuros e beneficia Ibovespa; dólar segue estável
A prévia do índice de inflação de março veio melhor do que o esperado, dando magem para que as taxas futuras recuassem, também abrindo espaço para que o Ibovespa avançasse. O IPCA-15, além de ter vindo abaixo da mediana das estimativas, mostrou composição melhor, com menor pressão nos serviços subjacentes e nos núcleos. O dólar, por sua vez, segue estável, em dia de enfraquecimento da moeda na maioria dos mercados mais líquidos, mas em que mostra força ante moedas da América Latina.
Perto das 14h10, a taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 caía de 15,135% para 14,92%. Já o índice Ibovespa avançava 0,78%, aos 133.555 pontos, enquanto o dólar apreciava 0,01%, a R$ 5,7332. No exterior, o índice DXY recuava 0,29%, aos 104,244 pontos, mas o dólar valorizava 0,25% ante o peso mexicano, 0,46% ante o peso chileno e 0,76% contra o peso colombiano.
27/03/2025 14:13:30
— Valor Econômico
SOBE E DESCE DAS AÇÕES: Automob lidera altas; Marcopolo amplia recuos
Confira as maiores oscilações desta quinta-feira (27):
Automob ON: Tem alta de 8,00%, revertendo a queda forte de mais de 7% vista na véspera. A ação também é beneficiada pelo fechamento da curva a termo
Magazine Luiza ON: Sobe 5,70% em dia de recuo dos juros futuros
Minerva ON: Avança 5,43%, revertendo a queda de mais de 3% registrada na sessão anterior
Marcopolo PN: Tem queda de 3,84%, ampliando o recuo de mais de 1% visto na véspera
IRB (Re) Brasil ON: Recua 2,32%, revertendo a alta de quase 2% registrada na véspera
Brava ON: Cede 2,06%, em um dia de correção. A ação apresentou alta ao longo das últimas cinco sessões
27/03/2025 13:00:40
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Petróleo tem alta modesta com incertezas sobre tarifas dos EUA
Os contratos futuros de petróleo fecharam esta quinta-feira (27) em leve alta. Os investidores seguem em compasso de espera por mais informações sobre as tarifas que serão aplicadas pelos Estados Unidos no dia 2 de abril, especialmente se Donald Trump taxará o petróleo canadense.
No fechamento, os contratos futuros de petróleo Brent (referência mundial) para maio subiram 0,32%, a US$ 74,03 por barril, New York Mercantile Exchange (Nymex). O WTI (referência dos EUA) com vencimento em maio avançaram 0,39%, a US$ 69,92 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
Em pronunciamento no Salão Oval, ontem, Trump anunciou tarifas de 25% sobre todos os veículos importados e disse que a medida será detalhada em entrevista coletiva no dia 2 de abril, quando passará a vigorar o conjunto de tarifas recíprocas que será anunciado pelo governo americano.
Ainda não está claro se as tarifas recíprocas a serem anunciadas incluirão taxas sobre o petróleo canadense, gasolina e produtos destilados. O mercado também está preocupado que as novas medidas possam aumentar a tensão comercial e reduzir a demanda por petróleo.
27/03/2025 16:00:47
— Valor Econômico
Aposta entre bitcoin e Ibovespa acaba em xingamentos e renúncia de conselheiro da Porto Seguro
FECHAMENTO: Ouro atinge máxima histórica após nova rodada de tarifas nos EUA
Os contratos futuros de ouro fecharam esta quinta-feira (27) em suas máximas históricas na medida em que agentes financeiros buscam por ativos seguros, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter anunciado ontem novas tarifas de até 25% para veículos importados.
Os contratos futuros de ouro para abril atingiram suas máximas históricas no fechamento. A alta foi de 1,27%, a US$ 3.061,0 por onça-troy, na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). A máxima intradiária foi de US$ 3.071,3.
Em pronunciamento no Salão Oval ontem, Trump também disse que a medida será detalhada em entrevista coletiva no dia 2 de abril, quando passará a vigorar o conjunto de tarifas recíprocas que será anunciado pelo governo americano.
Jim Wyckoff, analista da Kitco, aponta que a alta no preço do ouro está relacionada a uma busca por ativos seguros. “O apetite por risco não está forte no mercado geral no final desta semana após a última onda de tarifas sobre veículos importados do governo Trump”, disse.
27/03/2025 15:06:33
— Valor Econômico
PALAVRA DO GESTOR: Para onde os ‘ventos’ da política dos EUA levam os mercados
Guillen: IPCA-15 de março indicou inflação menor do que a esperada em bens industriais
‘Não costumamos fazer movimentos em duas alavancas ao mesmo tempo’, diz Galípolo sobre mexer em swaps
EUA: Leilão de US$ 44 bilhões em T-note de 7 anos tem rendimento máximo de 4,233%
BS2 tem lucro de R$ 101 milhões em 2024, com alta de 18%
Crédito ficou mais difícil, mas há oportunidades, segundo gestores
FECHAMENTO: Bolsas caem na Europa com tarifas sobre automóveis
Os principais índices de ações da Europa fecharam em queda nesta quinta-feira, com o peso do anúncio de Donald Trump de tarifas de 25% sobre a importação de automóveis, que pressionou as ações do setor. O presidente americano também prometeu punições mais severas à União Europeia (UE) e ao Canadá caso eles se unissem contra os Estados Unidos, ampliando as tensões da guerra comercial antes do pacote de tarifas recíprocas previsto para o dia 2 de abril.
No fechamento, o índice Stoxx 600 teve queda de 0,46%, aos 546,18 pontos. O FTSE 100, da Bolsa de Londres, recuou 0,27%, aos 8.666,12 pontos, e o DAX, de Frankfurt, caiu 0,70%, aos 22.678,74 pontos. O CAC 40, de Paris, caiu 0,51%, aos 7.990,11 pontos. Entre as ações do setor automotivo, a Volkswagen teve queda de 1,26%, bem como a Mercedes-Benz (-2,81%) e a Stellantis (-4,44%).
O economista-chefe da Europa da Capital Economics, Andrew Kenningham, vê que, caso as tarifas sobre automóveis permaneçam em vigor por um certo tempo, isso seria “bastante prejudicial” para a Alemanha. “As exportações de automóveis para os EUA representam quase meio por cento do valor agregado na economia”, ele diz.
27/03/2025 13:40:52
— Valor Econômico
Galípolo: Não vejo problemas em participar de jantares com políticos e artistas
Galípolo: Estou satisfeito com sistema de metas em que a autoridade mira inflação cheia
Guillen: BC discute patamar de taxa neutra em todas reuniões
Galípolo: Dados estão voláteis e BC acerta em não alterar definições com alta frequência
Galípolo: BC vai sempre ser assimétrico do ponto de vista de ser conservador
Galípolo: Banco Central dá o remédio agora e vai tendo efeito ao longo do tempo
Galípolo: Fiscal é entendido pelo BC através da percepção do mercado nos preços dos ativos
Citi mantém recomendação 'neutra' para BB por inadimplência no agro
Galípolo: Devido a incertezas, ciclo precisa se estender, mas em menor magnitude
Galípolo: BC considera mudanças no saque-aniversário do FGTS nas projeções, mas isenção do IR não
Galípolo: Estamos examinando dados pra ver se o aperto é suficiente
Galípolo: Estamos tentando entender para onde se desloca curva de oferta com tarifas nos EUA
Galípolo: BC ainda não considera em suas projeções novo consignado privado
Tesouro vende lote integral de 600 mil NTN-F em leilão
Guillen: Condições financeiras atingiram nível mais restritivo do período recente em meados de janeiro
Bolsas em NY invertem sinal e passam a subir
Tesouro vende lote integral de 9 milhões de LTN em leilão
Banco do Brasil lança linha de crédito para mulheres exportadoras
Guillen: Inflação deve superar o teto da meta nos próximos seis meses
Guillen: Núcleos de inflação em 12 meses mostram dinâmica inflacionária rodando em níveis elevados
Guillen: Está ocorrendo mecanismo de transmissão da política monetária para mercado de crédito
Guillen: Mercado de trabalho se mantém aquecido, mas com algum arrefecimento
Guillen: Sinais de moderação da atividade doméstica estão em linha com cenário-base do Copom
Guillen: Efeitos do cenário externo incerto sobre atividade e inflação globais ainda não são claros
ANÁLISE: Relatório do BC mostra aumento do custo para baixar a inflação
EUA: Vendas pendentes de imóveis sobem 2% em fevereiro ante janeiro; consenso: +1%
B3 faz acordos com bolsas da China para conectividade de ETFs
ABERTURA: Bolsas caem em NY com mercado repercutindo tarifas sobre automóveis
Os principais índices de ações de Nova York abriram em queda nesta quinta-feira, com o mercado digerindo dados da economia americana divulgados há pouco e o anúncio de Donald Trump de tarifas de 25% sobre a importação de automóveis, que está pressionando as ações do setor.
Por volta das 10h40 (de Brasília), o índice Dow Jones caía 0,48%, aos 42.251,72 pontos, o S&P 500 recuava 0,61%, aos 5.678,13 pontos, e o Nasdaq tinha queda de 0,77%, aos 17.765,488 pontos. Entre os setores do S&P 500, tecnologia (-1,22%) e o setor financeiro (-0,77%) lideravam as perdas, enquanto itens básicos de consumo (+0,41%) apresentava a alta mais expressiva.
Ontem, após o fechamento do mercado, Trump anunciou tarifas de 25% sobre automóveis e prometeu punições mais severas à União Europeia caso eles se unissem contra os Estados Unidos, ampliando as tensões da guerra comercial antes do pacote de tarifas recíprocas previsto para o dia 2 de abril. As ações da General Motors registravam, há pouco, forte queda de 8,28%, bem como seus pares nas bolsas europeias.
No cenário macro, dados divulgados nesta manhã mostraram que o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu 2,4% no quarto trimestre, em base anualizada, e o índice de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) avançou 2,4%, o mesmo número da leitura anterior.
27/03/2025 11:01:07
— Valor Econômico
Bitcoin cai após Trump endurecer novamente o discurso sobre tarifas
ABERTURA: Ibovespa avança com queda dos juros futuros após IPCA-15 abaixo do esperado
O Ibovespa avança no início dos negócios desta quinta-feira, após o IPCA-15 de março melhor que o esperado (+0,64%) e o Banco Central apontar perspectivas mais positivas para 2026 por meio do Relatório de Política Monetária (RPM). Esses fatores aliviam os juros futuros, o que dá suporte a algumas ações domésticas, enquanto os papéis da Vale e Petrobras ajudam a impulsionar o índice.
Por volta das 10h30, o índice subia 0,30%, aos 132.911 pontos. A mínima do dia foi de 132.479 pontos, enquanto a máxima foi de 133.141 pontos. No exterior, o futuro do S&P 500 tinha queda de 0,53 % e o Stoxx 600 perdia 0,86%.
No mesmo horário, Vale ON (+0,42%), Petrobras ON (+0,78%) e Petrobras PN (+0,88%) subiam. Entre as maiores altas, Automob ON avançava 4% e Magazine Luiza ON subia 2,96%. Já as ações de frigoríficos tinham alta após correção na véspera, como BRF ON com avanço de 3,30%.
27/03/2025 10:42:32
— Valor Econômico
Tesouro oferta hoje 9 milhões de LTN e 600 mil NTN-F em leilão
BC: Impulso de crédito contribuiu para expansão econômica em 2024
GIRO DO MERCADO: Taxas de Treasuries perdem força e dólar recua no exterior de olho em dados e tarifas
Os rendimentos dos Treasuries perderam força e o dólar no exterior está em queda, com os investidores avaliando novos dados sobre a economia americana e o anúncio de Donald Trump de tarifas de 25% sobre veículos importados. No mercado local, o foco está na prévia da inflação do mês de março e no Relatório de Política Monetária do Banco Central.
Por volta das 10h, o índice DXY – que mede a relação entre o dólar e uma cesta de moedas de países desenvolvidos – recuava 0,22% a 104,31 pontos. Os rendimentos da T-note de 10 anos tinha alta leve de 4,357% do ajuste anterior a 4,366%.
O Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre dos Estados Unidos foi revisado para cima para 2,4% em base anualizada, ante as expectativas de que ficaria em 2,3%, enquanto os pedidos semanais de seguro-desemprego caíram, um sinal de resiliência no mercado de trabalho.
Por aqui, os juros futuros recuavam, após o resultado do IPCA-15 de março surpreender positivamente o mercado. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 tinha queda de 15,16%, do ajuste anterior, para 15,07%. O dólar subia 0,49% contra o real, cotado a US$ 5,7606.
27/03/2025 10:13:27
— Valor Econômico
PRÉ-ABERTURA: Futuros de NY operam sem direção única com tarifas e indicadores no radar
Os contratos futuros atrelados aos principais índices de Nova York operam sem direção única antes da abertura nesta quinta-feira. O mercado repercute o anúncio feito ontem por Donald Trump, após o fechamento do mercado, da implementação de tarifas de 25% sobre a importação de automóveis, que pressiona as ações de fabricantes no pré-mercado.
Por volta das 10h (de Brasília), o índice futuro atrelado ao Dow Jones subia 0,13%, o S&P 500 recuava 0,11% e o Nasdaq tinha queda de 0,23%. Entre as ações no pré-mercado, a General Motors tinha forte queda de 7,26%, bem como outras empresas do setor nas bolsas europeias.
Há pouco, os dados mais recentes do Departamento de Comércio dos Estados Unidos mostraram que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,4% no quarto trimestre, refletindo gastos do consumidor e gastos do governo, que foram parcialmente compensados por uma redução no investimento. A leitura ficou levemente acima do consenso de 2,3% dos analistas consultados pelo The Wall Street Journal e representou uma desaceleração sobre o terceiro trimestre, quando a economia teve alta de 3,1%.
Ainda no cenário macro, a balança comercial de bens dos Estados Unidos registrou um déficit de US$ 147,9 bilhões em fevereiro, uma queda de US$ 7,7 bilhões em relação ao resultado do mês anterior.
Já os pedidos inciais de seguro-desmeprego nos EUA comaram 224 mil na semana encerrada no dia 22 de março, representando uma leve desaceleração sobre a leitura da semana anterior, que foi revisada para 225 mil, e ficando um pouco abaixo do consenso de 22 mil novos pedidos.
27/03/2025 10:10:02
— Valor Econômico
Dólar à vista amplia valorização e vai a R$ 5,76 com piora de moedas da América Latina
EUA: PIB do 4º trimestre sobe 2,4% em base anualizada na leitura final; consenso: +2,3%
BC: Projeções dos analistas apontam para cumprimento da meta de resultado primário no intervalo de tolerância em 2025
BC: Mercado de crédito começou a mostrar efeitos do novo ciclo de aperto da política monetária
EUA: Pedidos iniciais de seguro-desemprego somam 224 mil na semana; consenso: 226 mil
BC: Mercado de trabalho continua aquecido, mas houve algum arrefecimento nos últimos meses
EUA: Balança comercial de bens tem déficit de US$ 147,9 bilhões em fevereiro; consenso -US$ 134,5 bilhões
PRÉ-ABERTURA: Ibovespa futuro avança em meio a RPM e IPCA-15 abaixo do esperado
O Ibovespa futuro avança nesta quinta-feira, repercutindo o Relatório de Política Monetária (RPM) e o IPCA-15 de março. Destoando dos ativos domésticos e das bolsas americanas na sessão anterior, o principal índice da bolsa brasileira avançou na véspera, mas pode enfrentar alguma volatilidade hoje, com a queda do petróleo no exterior. As incertezas com a política tarifária americana permanecem no foco dos agentes, em dia de divulgação da última leitura do PIB do quarto trimestre dos EUA.
Por volta das 9h30, o Ibovespa futuro subia 0,57%, aos 133.945 pontos. No mesmo horário, o futuro do S&P 500 caía 0,10% e o Stoxx 600 perdia 0,72%. O fundo de índice EWZ, que espelha o mercado brasileiro em Wall Street, ganhava 0,15% no pré-mercado em Nova York, os recibos de ações (ADRs) da Vale recuavam 0,10% e os da Petrobras operavam estáveis.
Segundo o RPM, o Banco Central avalia que a inflação deve permanecer por alguns meses em torno de 5,5%, no acumulado em 12 meses. Além disso, diz que os números já divulgados da indústria e dos serviços não sugerem desaceleração acentuada da economia. Às 11h, o presidente da autarquia, Gabriel Galípolo, e o diretor de política econômica, Diogo Guillen, concederão entrevista coletiva sobre o assunto.
Já o IPCA-15 apontou alta de 0,64% em março, seguindo avanço de 1,23% um mês antes, mas ficou abaixo das projeções de analistas consultados pelo Valor Data, de alta de 0,67%. No acumulado de 12 meses até março, o indicador avançou 5,26%.
Em Dalian, o minério de ferro subiu 1,28%, a 789 yuan (US$ 108,55) a tonelada, no quarto dia seguido de valorização, impulsionado pelo aumento do consumo de siderúrgicas chinesas. O petróleo, por outro lado, opera em leve queda no mercado internacional, enquanto agentes avaliam o impacto das tarifas de 25% sobre todos os carros e caminhões importados pelos Estados Unidos na demanda global da commodity.
No noticiário corporativo, a CVC Corp, dona da marca CVC, fechou o quarto trimestre de 2024 com um prejuízo líquido de R$ 61,2 milhões, queda nas perdas de 17,8% na comparação com igual período de um ano antes. Às 10h, a companhia realiza teleconferência com analistas.
27/03/2025 09:27:58
— Valor Econômico
ABERTURA: Dólar ronda estabilidade com tarifas dos EUA e declarações de Galípolo no radar
O dólar à vista abre as negociações desta quinta-feira rondando a estabilidade, em um movimento um pouco descolado do exterior, onde a moeda americana perde força frente a maioria das divisas (ainda que de forma contida). Hoje os agentes financeiros devem ficar atentos a possíveis novos anúncios de medidas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ou alguma sinalização do que poderá ocorrer no dia 02 de abril com as tarifas recíprocas. Além disso, a sessão também será marcada pela coletiva de imprensa do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar das informações divulgadas no Relatório de Política Monetária.
Perto das 9h25, o dólar à vista era negociado com leve alta de 0,01%, cotado a R$ 5,7331, enquanto o euro comercial apreciava 0,37%, a R$ 6,1857. No exterior, o índice DXY caía 0,20%, aos 104,337 pontos.
27/03/2025 09:26:32
— Valor Econômico
ABERTURA: Juros futuros têm forte queda com IPCA-15 melhor que o esperado
Os juros futuros iniciaram o pregão em queda firme, com o movimento mais acentuado nos vértices curtos e intermediários da curva a termo, após o resultado do IPCA-15 de março surpreender positivamente o mercado. Na ponta longa, é possível que alguma pressão oriunda do déficit primário do governo acima do esperado para o mês de fevereiro e a expectativa pelo leilão de prefixados do Tesouro Nacional esteja limitando o alívio.
Por volta de 9h25, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 tinha queda de 15,16%, do ajuste anterior, para 15,08%; a do DI de janeiro de 2027 recuava de 15,135% a 14,98%; a do DI de janeiro de 2029 cedia de 14,90% a 14,795%; e a do DI de janeiro de 2031 anotava baixa de 14,97% para 14,89%.
A alta de 0,64% do IPCA-15 deste mês em relação a fevereiro não só ficou abaixo do consenso do mercado, como também os núcleos e a medida de serviços subjacentes vieram menos pressionados do que os economistas projetavam. Segundo relataram participantes do mercado nos últimos dias, parte dos investidores se preparava para uma composição pior do indicador.
Agora, além do leilão de prefixados do Tesouro, o mercado aguarda a coletiva de imprensa do Relatório de Política Monetária (RPM) do Banco Central, que contará com a participação do presidente da autarquia, Gabriel Galipolo, e o diretor de política econômica, Diogo Guillen, a partir de 11h.
27/03/2025 09:24:45
— Valor Econômico
Política comercial deve retornar à “razão”, diz Villeroy do BCE
BC: Cenário externo se caracteriza pela resiliência na atividade e processo incompleto de desinflação
BC: Avaliação do impacto das tarifas dos EUA é fundamental para definir próximos passos da política monetária
BC: Expectativas de inflação continuam desancoradas para os próximos anos
BCE deve considerar pausa no ciclo de cortes de juros em abril, avalia dirigente
Ouro avança impulsionado por incertezas tarifárias
PRÉ-ABERTURA: IPCA-15, declarações de Galípolo e exterior orientam juros e câmbio
Com a política econômica do governo pesando sobre os mercados de juros, hoje os agentes financeiros devem acompanhar com atenção como o Banco Central está vendo a temperatura da atividade econômica e buscar sinais sobre como o BC guiará sua política monetária. Agora pela manhã, a autoridade divulgou o Relatório de Política Monetária, apontando que a inflação deve permanecer por alguns meses ao redor de 5,5%, no recorte acumulado em 12 meses. Também apontou que indicadores mensais já divulgados da indústria e dos serviços não sugerem desaceleração mais acentuada da economia. Mais tarde, o foco deve se voltar ao presidente do BC, Gabriel Galípolo, e ao diretor de política econômica, Diogo Guillen, que devem participar de entrevista coletiva sobre o documento.
Além disso, hoje também é dia de divulgação da prévia da inflação do mês de março, o IPCA-15. A mediana de 28 estimativas coletadas pelo Valor Data aponta para uma alta de 0,67%, em desaceleração em relação à leitura do mês passado. A atenção deve se voltar especialmente aos números de serviços subjacentes. Para além da inflação e da política monetária, a própria política econômica seguirá no radar. Destaque também para os leilões de títulos do Tesouro americano, com a venda hoje de papéis pré-fixados. A atenção deve se voltar ao tamanho da oferta de títulos, após recente leilão forte que registrou venda recorde de papéis.
Pelo lado externo, a montanha-russa que os ativos globais estão vivendo diante das incertezas em torno das medidas tarifárias americanas deve continuar nesta sessão. Se ontem o anúncios da taxa de 25% contra importação de automóveis deu espaço para o dólar apreciar globalmente, hoje parte da dinâmica se desfaz, com o índice DXY recuando 0,19%, aos 104,355 pontos, com a moeda americana também em queda de 0,51% ante o peso mexicano e 0,22% contra o rand sul-africano. A última leitura do Produto Interno Bruto (PIB) anualizado do quarto trimestre nos EUA também é ponto de atenção. Hoje pela manhã, o rendimento do título do Tesouro de dez anos avançava, saindo de 4,357% para 4,397%.
27/03/2025 08:52:45
— Valor Econômico
BC altera projeção de crescimento do estoque de crédito em 2025 de 9,6% para 7,7%
BC: Hiato continua positivo, pressionando inflação, mas com projeção de queda nos próximos trimestres
BC: Preços de alimentos ao consumidor seguiram com variação elevada no trimestre encerrado em fevereiro
BC: Inflação voltou a subir e desancoragem das expectativas também aumentou
Petróleo cai com foco em tarifas de automóveis de Trump
BC projeta inflação de 0,63% para março, 0,42% para abril, 0,26% para maio, 0,27% para junho
Dólar recua no exterior com investidores avaliando tarifas de Trump
BC: No cenário de referência, IPCA fica em 3,1% até o terceiro trimestre de 2027
Rendimentos dos Treasuries operam em alta após tarifas de Trump sobre automóveis importados
BC: No cenário de referência, chance de IPCA furar teto da meta em 2025 é de 70%; em 2026, de 28%
Bolsas da Europa recuam lideradas por setor automotivo após anúncio de tarifas de Trump
FECHAMENTO: Bolsas da Ásia tem sinal misto após tarifas de Trump; China avança
As bolsas da Ásia fecharam sem sinal único, com perdas em Tóquio e Seul após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar tarifas de 25% sobre importações de automóveis e autopeças. Na contramão, as ações subiram na China, com o possível alívio de tarifas por Trump.
O índice Nikkei 225 do Japão fechou em queda de 0,60% a 37.799,97 pontos e o índice Kospi da Coreia do Sul caiu 1,39% a 2.607,15 pontos. Em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 0,41% a 23.578,80 pontos e, na China continental, o índice Xangai Composto teve alta de 0,15% a 3.373,74 pontos.
A Bolsa de Seul liderou as perdas na região, com preocupações sobre os impactos das tarifas, na medida em que os Estados Unidos são o maior mercado para os fabricantes de automóveis sul-coreanos. As ações da montadora Hyundai Motor recuaram 4,3% e as da Kia caíram 3,5%.
Além disso, os investidores avaliam os comentários de Trump afirmando que estaria disposto a reduzir as tarifas comerciais sobre a China, se o país aprovar a venda do aplicativo de mídia social TikTok.
27/03/2025 07:27:43
— Valor Econômico
AGENDA DO DIA: RPM, Galípolo, IPCA-15 e PIB dos EUA são destaque
Os investidores devem acompanhar com atenção o Relatório de Política Monetária do primeiro trimestre, a ser divulgado às 8h desta quinta-feira. Às 11h, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o diretor Diogo Guillen, concedem entrevista coletiva.
No campo dos indicadores, a divulgação do IPCA-15 de março e a leitura final do quarto trimestre de 2024 do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos serão analisados de perto pelos participantes do mercado.
Veja, abaixo, os orincipais destaques desta quinta-feira:
BC divulga o Relatório de Política Monetária – O Banco Central divulga, às 8h, o Relatório de Política Monetária, que substitui o Relatório Trimestral de Inflação.
FGV anuncia Sondagem da Indústria de Transformação de março – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) anuncia, às 8h, a Sondagem Conjuntural da Indústria de Transformação de março. O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do FGV IBRE se manteve relativamente estável ao recuar 0,1 ponto em fevereiro, para 98,3 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice recuou 0,3 ponto, para 98,8 pontos. Em fevereiro, houve alta da confiança em 10 dos 19 segmentos industriais pesquisados pela Sondagem. O Índice Situação Atual (ISA) recuou 0,5 ponto, para 100,4 pontos. O Índice de Expectativas (IE) avançou 0,4 pontos, para 96,3 pontos.
IBGE publica IPCA-15 de março e IPCA-E do 1º trimestre – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publica, às 9h, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de março. A mediana de 28 projeções para o IPCA-15 indica alta de 0,67% em março, de 1,23% na prévia de fevereiro. As estimativas variam entre 0,35% e 0,84%. No acumulado em 12 meses, por outro lado, a inflação deve avançar de 4,95% no IPCA-15 de fevereiro para 5,29%, segundo os economistas consultados. Neste caso, as projeções variam de um piso de 4,95% a um teto de 5,47%. A meta perseguida pelo Banco Central para a inflação no Brasil tem centro em 3,00% e teto em 4,50%. Também será divulgado o IPCA-Especial (IPCA-E) do 1º trimestre deste ano, que é o IPCA-15 acumulado. O IPCA-E foi de 1,51% para o período de outubro a dezembro.
Tesouro publica Resultado Primário do Governo Central de fevereiro – A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) publica, às 14h30, o Resultado Primário do Governo Central – que reúne as contas do Tesouro, da Previdência Social e do Banco Central – referentes ao mês de fevereiro. O governo central registrou superávit primário de R$ 84,882 bilhões em janeiro de 2025. No acumulado de 12 meses, o governo central teve déficit de R$ 42,2 bilhões, o equivalente a 0,32% do Produto Interno Bruto (PIB). Os dados levam em conta Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central (BC) e excluem despesas com a dívida pública. A meta de resultado primário para este ano é novamente de déficit zero, mas pode ser negativa em até 0,25 ponto percentual do PIB, o equivalente a R$ 31 bilhões. Em janeiro de 2024, as contas ficaram positivas em R$ 79,5 bilhões, em valores nominais. Em 2024 como um todo, por sua vez, houve déficit de R$ 11 bilhões (0,09% do PIB). O resultado de janeiro foi formado por superávit de R$ 104,510 bilhões do Tesouro, déficit de R$ 19,615 bilhões da Previdência Social e déficit de R$ 13 milhões do BC. A receita líquida do governo central registrou alta real de 3,7% em janeiro (contra o mesmo mês de um ano antes), somando R$ 257,822 bilhões. Enquanto isso, as despesas totais subiram 4,4% na mesma comparação, alcançando R$ 172,940 bilhões. O governo federal recebeu R$ 576,4 milhões de dividendos de empresas estatais em janeiro. No mesmo mês de 2024, não houve receitas com dividendos de estatais. Já a receita com concessões somou R$ 909,7 milhões em janeiro. O governo federal investiu R$ 3,2 bilhões em janeiro de 2025, o que representa alta real de 73% em relação ao mesmo mês de 2024.
Tesouro realiza leilão tradicional de LTN e NTN-F – A Secretaria do Tesouro Nacional faz às 11h leilão tradicional de Letras do Tesouro Nacional (LTN) e Notas do Tesouro Nacional Série F (NTN-F). As LTN que serão ofertadas têm vencimentos nos dias 1º de abril de 2026; 1º de abril de 2027; 1º de janeiro de 2029 e 1º de janeiro de 2032. As NTN-F vencem em 1º de janeiro de 2031 e 1º de janeiro de 2035. A liquidação financeira dos papeis ocorrerá na sexta-feira.
BC da Noruega anuncia decisão de política monetária – O Banco Central da Noruega (Norges Bank) anuncia às 6h (de Brasília) sua decisão de política monetária. Atualmente a taxa de juros está em 4,5% ao ano.
EUA mostram pedidos iniciais de seguro-desemprego na semana – O Departamento de Trabalho dos EUA mostra, às 9h30 (de Brasília), o número de novos pedidos de seguro-desemprego requeridos na semana até 22 de março. Na semana anterior, houve 223 mil pedidos iniciais. Estimam-se 225 mil novos pedidos.
EUA mostram PIB final do 4º trimestre – O Departamento do Comércio dos EUA mostra, às 9h30 (de Brasília), a leitura final do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre de 2024. A leitura anterior foi de alta de 3,1% na comparação com o trimestre anterior. A expectativa é de alta de 2,3%.
EUA expõem PCE do 4º trimestre – Junto com o relatório do PIB, o Departamento do Comércio dos EUA expõe, às 9h30 (de Brasília), a leitura final do índice de preços de gastos com consumo pessoal (PCE) e seu núcleo do quarto trimestre de 2024. No terceiro trimestre de 2024, a variação do PCE foi de 1,5% e do núcleo, 2,2% ante o trimestre anterior. A estimativa para o núcleo é de 2,7% e do índice cheio, 2,4%, na comparação trimestral.
EUA divulgam balança comercial de bens de fevereiro – O Departamento do Comércio dos EUA divulga, às 9h30 (de Brasília), os dados preliminares da balança comercial de bens de fevereiro. A leitura anterior foi de déficit de US$ 153,26 bilhões, com estimativa de déficit de US$ 134,5 bilhões.
EUA informam estoques do varejo em fevereiro — O Departamento do Comércio dos EUA informa, às 9h30 (de Brasília), os dados preliminares dos estoques do varejo (exceto veículos) em fevereiro. Em janeiro, os estoques aumentaram 0,5% na margem. Estimativas de alta de 0,4%.
EUA informam estoques do atacado em fevereiro — O Departamento do Comércio dos EUA informa, às 9h30 (de Brasília), os dados dos estoques do atacado em fevereiro. Em janeiro, os estoques aumentaram 0,8% na margem e a expectativa é de aumento de 0,4%.
NAR noticia vendas pendentes de moradias nos EUA em fevereiro – A Associação Nacional de Corretores Imobiliários (NAR, na sigla em inglês) noticia, às 11h (de Brasília), o número de vendas pendentes de moradias nos EUA em fevereiro. A leitura anterior foi de queda de 5,2% na base anual e baixa de 4,6% na comparação mensal, com estimativas de -3,7% (anual) e +2,9% (mensal).
Fed de Kansas City anuncia índice de manufatura de março – O Federal Reserve (Fed) de Kansas City anuncia, às 12h (de Brasília), o índice do setor manufatureiro e composto dos EUA de março. A leitura anterior foi de -13 (manufatura) e -5 (composto), com estimativas de -14 (manufatura) e -6 (composto).
Tesouro dos EUA realiza leilão de T-notes de 7 anos – O Departamento do Tesouro dos EUA realiza leilão de T-notes de 7 anos. Às 14h (de Brasília), saem os resultados.
BC do México decide sobre política monetária – O Banco Central do México informará, às 16h (de Brasília), sua decisão de política monetária. O juro básico está atualmente em 9,5%, com expectativa de corte de 50 pontos-base, para 9% ao ano.
Presidente do Fed de Richmond participa de evento – O presidente do Federal Reserve (Fed) de Richmond, Tom Barkin, participa de evento às 17h30 (de Brasília).
Lula inicia agenda no Vietnã – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarca, às 6h (hora de Brasília) em Hanói, no Vietnã.
Alckmin e Padilha entregam ambulâncias do Samu – O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participam, às 8h30, da cerimônia de entrega de 156 Ambulâncias – Unidade de Suporte Básico – USB, para Expansão e Ampliação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-192).
Câmara realiza Comissão Geral sobre Perse – A Câmara dos Deputados realiza, às 16h, Comissão Geral para debater a possível extinção do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse) e seus impactos econômicos.
STF julga recurso sobre revista íntima – O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza sessão plenária às 16h e julga, entre outros, o Recurso Extraodrinário com Agravo envolvendo discussão acerca da ilicitude da prova obtida a partir de revista íntima de visitante em estabelecimento prisional, à luz do princípio da dignidade da pessoa humana e da proteção ao direito à intimidade, à honra e à imagem.
Haddad participa de reunião da CVM e recebe governador gaúcho – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participa, às 15h, de reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). Às 16h, terá reunião com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.
Galípolo comenta o Relatório de Política Monetária – O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, e o diretor de Política Econômica, Diogo Guillen, participam de entrevista coletiva à imprensa sobre o Relatório de Política Monetária, às 11h. Galípolo ainda se reúne com o presidente da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi), José Tadeu Silva; a diretora-executiva, Cintia Falcão; o diretor-executivo, Filipe Sena, e os conselheiros Hilgo Gonçalves e Giorgio Donini às 14h. Às 15h, Galípolo participa da reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). A diretora de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de conduta, Izabela Correia, também participa.
Diretor do BC tem audiência com vice-presidente da B3 – Em São Paulo, o diretor de Regulação do Banco Central, Gilneu Vivan, tem audiência com o vice-presidente de produtos e clientes da B3, Luiz Masagão, além do diretor de riscos, compliance e segurança cibernética, Eduardo Farias e do consultor da JL Rodrigues, José Luiz Rodrigues, às 10h. Às 11h, Vivan tem reunião com representantes da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O presidente, Sandro Gamba; o superintendente, José da Silva Aguiar, e o diretor-executivo, Filipe Pontual, devem participar. Depois, às 14h, Vivan se reúne com o presidente e o diretor de assuntos econômicos e financeiro da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, Luiz França e Renato Lomonaco. Às 15h, a reunião é com diretores do Citibank e, às 16h, com representantes da ICC Brasil. Já às 17h15, o diretor se reúne com o diretor e conselheiro de administração do BTG Pactual, Oswaldo de Assis Filho. O diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução, Renato Gomes, tem audiência com representantes do Bradesco BBI, às 11h. Na parte da tarde, às 15h, Gomes tem audiência com o economista-chefe e o diretor da Invixx Capital, André Guilherme Pereira Perfeito e Luiz Cezar Fernandes. Os demais diretores têm previsão de despachos internos.
Mercadante participa de reunião de diretoria – O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, estará em São Paulo em reuniões e despachos internos. Às 14h, participa de reunião de diretoria do Sistema BNDES.
27/03/2025 07:25:11
— Valor Econômico