Bolsa de Valores hoje: Acompanhe em tempo real as notícias do Ibovespa no dia 28/03/2025

Veja a cotação do Índice Ibovespa (B3) e do Dólar: gráficos, análises, notícias, fatos relevantes e mais.

Última Atualização: 28 mar. 2025, 23:27

Confira as últimas atualizações:
23h27

De banco pequeno do DF, BRB se nacionalizou após parceria com Flamengo e agora dobra de tamanho com Master

22h16

Rodovias do Tietê aumenta capital em R$ 1,6 bilhão

22h11

BASTIDORES: BRB deve pagar Master com caixa próprio e espera aprovação rápida do BC

21h29

Acordo com BRB resolve funding do Master e vai criar grupo mais sólido, diz Vorcaro

19h19

SOBE E DESCE DAS AÇÕES: Vamos e GPA lideram baixas; Cogna avança

Veja, abaixo, as maiores oscilações do pregão desta sexta-feira:

Vamos ON: Cedeu 9,32%, ampliando movimento de queda visto na sessão anterior em dia difícil para ativos de risco

GPA ON: Recuou 4,90% em meio à alta dos juros futuros

Usiminas PNA: Perdeu 3,97% em dia de queda do minério de ferro em Dalian

Cogna ON: Avançou 3,92% após Bradesco BBI apontar potencial de alta de até 60% do papel até fim de 2025

Minerva Foods ON: Subiu 2,31%, seguindo valorização da véspera diante da possível abertura do Japão para carne brasileira

Hypera ON: Ganhou 1,43% em meio à eleição do novo conselho de administração

28/03/2025 18:19:40

— Valor Econômico

19h01

Febraban diz que já há 26 bancos operando novo consignado privado

18h23

BRB: Conselho aprova aquisição de 58% do capital total do Banco Master

18h12

FECHAMENTO: Juros futuros têm forte alta com Caged, mesmo após realização de lucros

Os juros futuros encerraram o pregão de hoje em forte alta, impulsionados pelo robusto mercado de trabalho do país, conforme mostrou o Caged de fevereiro ao registrar a maior geração líquida de empregos no país para o mês em toda a série histórica. O resultado forte já era esperado pelos investidores, o que provocou um movimento de realização de lucros durante a tarde. Ainda assim, as taxas devolveram boa parte do alívio parcial e fecharam com avanços ao redor de 10 pontos-base em toda a estrutura da curva a termo.

Ao fim do pregão, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 anotou alta de 15,035%, do ajuste anterior, para 15,115%; a do DI de janeiro de 2027 subiu de 14,905% a 15,06%; a do DI de janeiro de 2029 avançou de 14,73% para 14,82%; e a do DI de janeiro de 2031 saltou de 14,835% para 14,94%.

Vale ressaltar, ainda, que o movimento do mercado local de juros praticamente ignorou a forte queda das taxas dos Treasuries, após dados mais fracos de sentimento do consumidor americano e em meio às incertezas com a política tarifária do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O rendimento da T-note de dez anos fechou em baixa, saindo de 4,366% para 4,239%.

28/03/2025 18:11:31

— Valor Econômico

17h23

FECHAMENTO: Ibovespa recua em dia de aversão a risco após dados dos EUA

O Ibovespa encerrou em queda firme nesta sexta-feira, pressionado pela piora no índice de sentimento do consumidor americano, medido pela Universidade de Michigan, e por dados de inflação dos Estados Unidos piores do que o esperado. No entanto, o índice diminuiu a intensidade de perdas durante a tarde, impulsionado pela desaceleração na alta dos juros futuros após o Caged confirmar a expectativa de uma geração recorde de postos de trabalho em fevereiro.

No fim do dia, o índice caiu 0,94%, aos 131.902 pontos. Nas mínimas intradiárias, tocou os 131.315 pontos, e, nas máximas, os 133.143 pontos. O índice acumulou queda de 0,33% na semana. O volume financeiro negociado na sessão (até as 17h15) foi de R$ 13,3 bilhões no Ibovespa e R$ 15,5 bilhões na B3. Em Nova York, o S&P 500 caiu 1,97%, Dow Jones fechou em queda de 1,69% e Nasdaq cedeu 2,70%.

28/03/2025 17:22:15

— Valor Econômico

17h14

FECHAMENTO: Dólar interrompe sequência de quedas semanais e sobe a R$ 5,75 com exterior no foco

O câmbio doméstico interrompeu uma sequência de três semanas consecutivas de valorização, ao encerrar o pregão desta sexta-feira em leve alta. O exterior esteve no centro das atenções desde o início da sessão e direcionou as moedas de mercados emergentes a uma rodada de perdas, na esteira de uma piora na percepção de risco na economia dos Estados Unidos. Uma queda relevante do sentimento do consumidor americano se somou à escalada das expectativas de inflação e a um consumo mais fraco que o esperado. O dólar, porém, se afastou da máxima do dia ao longo da tarde, após uma retirada de prêmios se estabelecer após a divulgação dos dados robustos do Caged de fevereiro.

No fim dos negócios desta sexta-feira, o dólar era negociado a R$ 5,7596 no mercado à vista, em alta de 0,13%, longe da máxima de R$ 5,7819. Na semana, houve valorização de 0,74% da moeda americana. Também nesta sexta-feira, o euro comercial encerrou o dia cotado a R$ 6,2353, ao subir 0,43%.

Embora tenha depreciado no dia, a moeda brasileira esteve longe de ser a de pior desempenho na sessão. Perto do fechamento, o dólar subia 0,67% contra o peso mexicano; avançava 0,80% em relação ao peso colombiano; tinha alta de 1,76% frente ao peso chileno; e a avançava 1,27% na comparação com o rand sul-africano. Há uma apreensão nos mercados em relação ao que o presidente dos EUA, Donald Trump, tem chamado de “Dia da Libertação”, diante do anúncio de tarifas recíprocas contra parceiros comerciais, na próxima quarta-feira, 2 de abril.

28/03/2025 17:13:41

— Valor Econômico

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