Bolsa de Valores hoje: Acompanhe em tempo real as notícias do Ibovespa no dia 31/03/2025
Última Atualização: 31 mar. 2025, 23:37
PALAVRA DO GESTOR: Secundário amadurece e vira um pilar do mercado de capitais
Bolsa de Xangai abre em alta de 0,15%, aos 3.340,71 pontos, seguindo demais mercados
Bolsa de Hong Kong abre em alta de 0,4%, aos 23.217,11 pontos, com procura por pechinchas
Futuros de petróleo mistos e podem enfrentar correção técnica
AGENDA DE AMANHÃ: PMIs da zona do euro e dos EUA são destaque
O resultado dos índices de gerentes de compras (PMIs) do setor industral da zona do euro e dos Estados Unidos estão entre os destaques da agenda de indicadores desta terça-feira, 1º de abril. No Brasil, o leilão semanal de títulos pós-fixados e indexados à inflação deve ser acompanhado.
Agenda de terça-feira, 1º de abril
31/03/2025 09:39:45
— Valor Econômico
Bolsa de Seul abre em alta de 1,2%, aos 2.511,24 pontos, após balança comercial
Bolsa de Tóquio abre em alta de 1,0%, aos 35.961,19 pontos, após liquidação e com iene fraco
SOBE E DESCE DAS AÇÕES: CVC tomba e GPA tem alta com possíveis mudanças do conselho no radar
Sobe e Desce das Ações
EMPRESA | VARIAÇÃO | COMENTÁRIO |
CVC Brasil ON | -6,19% | Recuou ampliando a correção vista nas últimas duas sessões. O movimento ocorre após pregões anteriores de alta expressiva. |
Vamos ON | -6,00% | Teve queda ampliando a tendência mais negativa registrada nos últimos pregões. |
Marcopolo PN | -5,26% | Cedeu estendendo o movimento negativo visto nos últimos três pregões. |
GPA ON | +13,60% | Teve alta. Para os analistas do. J. P. Morgan, as mudanças que podem ser feitas com a indicação de um novo conselho de administração do. GPA podem ajudar na redução da alavancagem da companhia. |
Minerva ON | +1,77% | Subiu ampliando a alta registrada nas últimas duas sessões. |
TIM ON | +1,29% | Avançou ampliando a subida vista na sessão anterior. |
– Valor Econômico
— Valor Econômico
BASTDORES: No Cade, compra do Master pelo BRB deve ter tramitação rápida, sem desafios
Diretor do BC afirma que ciclo de alta da Selic continua, mas magnitude está em aberto
Ouro sobe em meio a perspectivas de tarifas mais amplas e altas nos EUA
Incertezas continuam após imposição de tarifas de Trump, acredita diretor do BC
BC fará evento para celebrar 60 anos, na quarta-feira, com ex-presidentes da instituição
Bitcoin cai 11,7% no 1º trimestre e analistas esperam mudança no cenário macro para haver recuperação
FECHAMENTO: Juros futuros têm queda firme com apoio do câmbio em dia de baixa liquidez
Os juros futuros encerraram o pregão de hoje em ritmo firme de queda, com o movimento concentrado nos vértices curtos e intermediários da curva a termo, que devolveram praticamente toda a alta da última sessão, na sexta-feira, quando a forte leitura do Caged de fevereiro fez as taxas saltarem. Hoje, o pregão foi marcado pela baixa liquidez e pela cautela do investidor a nível global antes do anúncio de tarifas pelos Estados Unidos. Mesmo assim, o real se valorizou quase 1% ante o dólar, movimento que deu sustentação ao alívio dos prêmios nos juros futuros.
Assim, ao fim do pregão, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 anotou queda de 15,12%, do ajuste anterior, para 15,015%; a do DI de janeiro de 2027 recuou de 15,05% para 14,93%; a do DI de janeiro de 2029 cedeu de 14,80% a 14,715%; e a do DI de janeiro de 2031 caiu de 14,89% a 14,86%.
Nos Estados Unidos, os rendimentos dos Treasuries terminaram a sessão em baixa, mas distantes das mínimas intradiárias. A taxa da T-note de dez anos recuou de 4,239% para 4,210%, após tocar a mínima de 4,186% ainda no começo do dia.
31/03/2025 18:09:00
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Ibovespa fecha perto das mínimas do dia, mas sobe mais de 8% no 1º tri
Em um dia de maior aversão global ao risco, o Ibovespa permaneceu pressionado durante toda a sessão e encerrou com queda de 1,25%, aos 130.260 pontos, perto da mínima do pregão, de 130.115 pontos. Na máxima do dia, chegou a tocar os 131.901 pontos. À tarde, a recuperação vista em Wall Street chegou a trazer certo alívio ao índice, mas o movimento perdeu força nos minutos finais do dia.
Em março, o índice avançou 6,08%. Já no acumulado entre janeiro e março, subiu 8,29%, o que seria o melhor desempenho para um trimestre desde o quarto trimestre de 2023, quando os ganhos chegaram a 15,12%, segundo dados do Valor Data.
Com investidores à espera de como será o “tarifaço” que deve ser anunciado pelo presidente americano, Donald Trump, na próxima quarta-feira (2), a sessão foi de maior cautela. O volume financeiro do índice foi de R$ 15,6 bilhões. Já na B3, o giro financeiro bateu R$ 20,3 bilhões.
Analistas do J.P. Morgan rebaixaram, de compra para neutra, a recomendação sobre as ações do BTG Pactual e do Banco do Brasil, o que ajudou a intensificar as perdas do índice ao longo da sessão. As units do BTG fecharam em queda de 3,44%, enquanto as ON do BB recuaram 1,57%. O dia também foi de contração para outras blue chips, caso da Vale, que caiu 1,49%, e da Petrobras, em que as ações PN cederam 0,72%.
Às vésperas do “Dia da Libertação”, como está sendo chamada a próxima quarta-feira de anúncios tarifários, os principais índices americanos apresentaram um dia de forte volatilidade e fecharam mistos: o Nasdaq recuou 0,14%; o Dow Jones subiu 1,00%; e o S&P 500 teve alta de 0,55%.
31/03/2025 17:39:46
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Dólar tem forte queda e encerra março a R$ 5,70, baixa de 3,5% no mês
O dólar à vista encerrou a sessão desta segunda-feira em forte queda, de quase 1%, reforçando a dinâmica já observada ao longo de todo o mês de março, de depreciação consistente da moeda americana (a divisa recuou 3,56% frente ao real no período). Operadores mencionaram a formação da Ptax como gatilho para a piora da moeda americana, no fechamento de um mês marcado pelo forte desmonte de posições compradas em dólar contra o real no mercado de derivativos.
Até a sessão de sexta-feira, o investidor estrangeiro desfez em março cerca de US$ 12,6 bilhões em posições compradas em dólar, segundo dados da B3.
Após a formação da Ptax, hoje, o dólar aprofundou a queda, em um possível desmonte adicional de posições ou com o ingresso de capitais, já que o período de fluxo mais forte para o país se dá normalmente entre o primeiro e o segundo trimestre do ano. Diante dessa queda forte, o real se destacou dos pares e encerrou a sessão como a melhor moeda entre as 33 mais líquidas acompanhadas pelo Valor.
Encerradas as negociações, o dólar recuou 0,94%, a R$ 5,7057, depois de ter tocado a mínima de R$ 5,7005 e encostado na máxima de R$ 5,7857. Já o euro comercial registrou desvalorização de 1,06%, a R$ 6,1691. No exterior, perto do fechamento, o índice DXY apreciava 0,14%, aos 104,194 pontos. O segundo melhor desempenho do dia vinha do rand sul-africano, com o dólar caindo 0,45% contra a divisa.
31/03/2025 17:37:16
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Bolsas em NY fecham em direções opostas e terminam trimestre no negativo
Os principais índices de ações de Nova York fecharam em direções opostas nesta segunda-feira, revertendo parte da queda vista na abertura. A volatilidade reflete a preocupação do mercado com o anúncio das tarifas recíprocas do presidente americano, Donald Trump, previsto para esta quarta-feira, e o impacto que uma guerra comercial pode ter sobre o crescimento da economia americana.
No fechamento, o índice Dow Jones subiu 1,10%, aos 42.002,01 pontos, o S&P 500 teve alta de 0,56%, aos 5.611,93 pontos, e o Nasdaq recuou 0,14%, aos 17.299,287 pontos. No mês, as bolsas acumularam perdas de 4,20%, 5,62% e 8,27%, respectivamente. Já no balanço do trimestre, as quedas foram de 1,28%, 4,59% e 10,42%.
Na visão do Morgan Stanley, o anúncio previsto para o dia 2 de abril deve trazer alguma clareza para o mercado, mas será apenas um ponto de partida para novas negociações, em vez de uma resolução final. “Isso significa que a incerteza política e os riscos de crescimento econômico devem persistir – a questão é em que grau”, ponderam os analistas, em nota.
Diante das incertezas, o Goldman Sachs e o UBS diminuíram suas projeções para o S&P 500 no final deste ano, de 6.200 pontos para 5.700, e de 6.600 para 6.400, respectivamente. Os analistas de ambos os bancos citaram a política tarifária dos Estados Unidos como motivo.
31/03/2025 17:26:37
— Valor Econômico
Economistas veem viés de alta para atividade local e juros menores nos EUA em reunião com BC
Banco central da Colômbia mantém taxa de juros inalterada, em 9,5%
BV e Nexa devem precificar amanhã emissões de bonds no exterior
BTG levanta R$ 750 milhões em novo FII de logística
FECHAMENTO: Petróleo sobe com ameaças de Trump à Rússia e ao Irã
Os contratos futuros do petróleo fecharam em forte alta nesta segunda-feira, após o presidente americano, Donald Trump, ameaçar, no domingo, impor tarifas secundárias a compradores de petróleo da Rússia, um dos maiores produtores e exportadores da commodity. Trump também disse que, caso o Irã não chegue a um acordo para impedir o desenvolvimento de armas nucleares, os Estados Unidos podem recorrer a tarifas e ações militares.
No fechamento, o petróleo tipo Brent (referência mundial) com entrega prevista para maio teve alta de 1,5%, cotado a US$ 74,74 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE). O WTI (referência americana) com vencimento para o mesmo mês subiu 3,06%, a US$ 71,48 por barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).
“As ameaças não podem ser ignoradas”, diz o UBS WM, em relatório, visto que Trump já anunciou tarifas secundárias sobre os países que comprarem petróleo da Venezuela. “Se tarifas semelhantes forem impostas e aplicadas sobre o petróleo russo ou iraniano, isso pode complicar ainda mais um mercado já desafiador para grandes consumidores de energia, como Índia e China, aumentando a pressão sobre os preços.”
31/03/2025 16:13:40
— Valor Econômico
ANÁLISE: David corrobora estratégia do BC de conter aperto e manter juro alto por mais tempo
Correção BC: Galípolo cancela cinco reuniões hoje, mas mantém encontro com BRB, às 17h30
Ibovespa reduz perdas com melhora em Wall Street; dólar à vista vai às mínimas
BC: Galípolo cancela cinco reuniões hoje, mas mantém encontro com BTG, às 17h30
CVM inclui novo prazo para adoção voluntária de relatórios de sustentabilidade
GIRO DO MERCADO: Dólar amplia queda ante o real após formação da Ptax; juros e Ibovespa também aceleram baixa
Na contramão da alta registrada pela moeda americana na maioria dos mercados mais negociados em um pregão de maior aversão a risco no globo, o dólar à vista recua na tarde desta segunda-feira. Pela manhã até o início da tarde, o desempenho registrado pelo câmbio é influenciado pela formação da Ptax de fim de mês, em um dia em que não há grandes gatilhos locais.
Após a formação da taxa, o dólar ampliou o ritmo de queda. Por volta das 14h20, o dólar comercial tinha queda de 0,64%, a R$ 5,7228. A Ptax definida hoje servirá de referência para a liquidação de contratos futuros no início de abril. Em razão disso, é normal haver maior volatilidade devido à disputa pela condução das cotações entre comprados e vendidos.
Os juros futuros também aceleraram a queda. A sessão é de baixa liquidez e os investidores estão mais cautelosos antes do anúncio das tarifas pelo governo do presidente americano, Donald Trump, na próxima quarta-feira. No horário acima, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro para janeiro de 2026 caía de 15,12%, do ajuste anterior, para 15,055%; e a do DI para janeiro de 2031 recuava de 14,89% para 14,87%.
O Ibovespa, por sua vez, ia às mínimas e cedia 1,23%, aos 130.282 pontos. As perdas registradas por blue chips, com destaque para os papéis de bancos dificultam um desempenho mais positivo do índice na sessão. Analistas do J.P. Morgan rebaixaram a recomendação das ações do BTG Pactual e do Banco do Brasil de compra para neutro. As units do BTG caíam 3,72%, enquanto as ON do Banco do Brasil recuavam 1,85%.
31/03/2025 14:47:07
— Valor Econômico
Ação do BRB chega a disparar 100% após anúncio de acordo com o Master
SOBE E DESCE DAS AÇÕES: GPA dispara com indicação de novo conselho; Vamos lidera perdas
Confira as maiores oscilações desta segunda-feira (31):
GPA ON: Tem alta de 6,25%. Para os analistas do J.P. Morgan, as mudanças que podem ser feitas com a indicação de um novo conselho de administração da companhia podem ajudar na redução da alavancagem
Automob ON: Sobe 4,00% em dia de recuo dos juros futuros
Ambev ON: Avança 0,97% em dia de fechamento da curva futura
Vamos ON: Tem queda de 6,21%, ampliando a tendência mais negativa registrada nos últimos pregões
Assaí ON: Recua 3,93%, estendendo a queda de quase 2% vista na sessão anterior
Yduqs ON: Cede 3,59%. As ações parecem apresentar um movimento de correção, após duas sessões de alta
31/03/2025 12:12:52
— Valor Econômico
Em carta anual da BlackRock, Fink defende democratização via investimentos privados
Em 12 meses, previdência aberta tem captação líquida de R$ 54 bi
FECHAMENTO: Ouro avança para máximas históricas com aumento de incertezas e tensões comerciais
Às vésperas do anúncio de tarifas recíprocas dos Estados Unidos, prometido para 2 de abril e em meio às novas ameaças de sanções ao petróleo russo por Donald Trump,.os investidores buscam ativos de maior segurança e levam os contratos futuros de ouro para suas máximas históricas, após dois pregões consecutivos de alta.
No fechamento, os contratos futuros de ouro para abril subiram 1,17% a US$ 3.122,8 por onça-troy, na Comex, a divisão de metais preciosos da New York Mercantile Exchange (Nymex). A máxima intradiária foi de US$ 3.132,50.
Nesta segunda-feira Trump ameaçou impor tarifas secundárias a compradores de petróleo russo, além de alertar o Irã sobre uma possível ação militar se o país não chegar a um acordo sobre seu programa nuclear.
“A guerra comercial cada vez mais profunda ameaça interromper as cadeias de suprimentos internacionais, prejudicando o crescimento em vários setores. Isso, por sua vez, criou uma atitude de aversão ao risco entre os investidores, levando dinheiro para ativos percebidos como seguros, como os metais preciosos”, diz Frank Watson, analista da Kinesis Money.
31/03/2025 14:51:32
— Valor Econômico
Americanas separa parte da Ame e aumenta capital da unidade em R$ 573 milhões
David: Câmbio do Brasil é flutuante; entendo que reservas estão em níveis confortáveis com esta política
Bolsas em NY reduzem perdas e Dow Jones sobe 0,24%
David: Uma coisa é política monetária, outra coisa são as políticas prudenciais
Petróleo acelera ganhos e WTI sobe 3% com ameaças de Trump à Rússia e ao Irã
David: Gosto de pensar o juro neutro como algo mais de longo prazo, estrutural
David: BC vai buscar caminho mais razoável para chegar a objetivo principal de inflação a 3%
David: Dia sem intervenção [no câmbio] é um dia bom, que tenhamos vários dias bons
FECHAMENTO: Bolsas da Europa têm queda firme com proximidade de tarifas mais agressivas dos EUA
Os principais índices acionários europeus encerraram o dia em queda, em linha com a aversão ao risco global, que reflete a proximidade da nova rodada de tarifas dos Estados Unidos, prevista para o dia 2 de abril. As tarifas podem ser mais agressivas do que Donald Trump havia sinalizado antes.
O índice Stoxx 600 fechou em queda de 1,47%, a 534,13 pontos. O DAX de Frankfurt recuou 1,33% a 22.163,49 pontos. O FTSE, da bolsa de Londres, caiu 0,88%, para 8.582,81 pontos. Já o CAC 40, de Paris, perdeu 1,58%, para 7.790,71 pontos. No acumulado do mês, o DAX recuou 1,72%, o FTSE cedeu 2,58% e o CAC perdeu 3,96%.
Trump disse no final de semana que seu anúncio de tarifas, apelidado por ele de “dia da libertação”, incluirá todos os países, e não apenas os dez ou 15 com o maior superávit comercial em relação aos Estados Unidos. “Assim, uma tarifa universal de 20% pode estar de volta à mesa como uma das opções”, diz o Rabobank, em relatório.
“Enquanto o governo Trump se prepara para ‘libertar’ o país, os investidores estão procurando se libertar de suas participações acionárias”, afirma o banco. O Rabobank destaca que a postura de Trump está despertando outros líderes. A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse que as tarifas são uma chance para a Europa mostrar sua independência.
Com relação aos dados do dia, a inflação na Alemanha subiu 2,2% em março base anual, de 2,3% em fevereiro, em linha com as projeções. Os investidores esperam que o BCE corte sua taxa de juros em abril, já que a taxa de inflação na zona do euro – que será atualizada amanhã – caminha para a meta de 2%.
31/03/2025 12:57:25
— Valor Econômico
David: Dependendo como for, tarifação pode ser um problema maior para EUA e países ao seu redor
David: Para ter um “forward guidance” é necessária uma “elevada convicção”
David: Efeito do novo consignado privado ainda está sendo estudado
B3 estende prazo para votação de reforma do Novo Mercado até junho
David: Real não teve uma dinâmica “muito diferente” das moedas de países em posição semelhante
BC vende oferta integral de 20 mil contratos de swap cambial em leilão de rolagem
Ações do GPA lideram alta após pedido e indicações de Tanure para novo conselho
David: BC tem convicção de que as taxas de juros estão restritivas
Ações de BTG e Banco do Brasil recuam após rebaixamento para neutro pelo J.P. Morgan
GIRO DO MERCADO: Taxas de Treasuries e futuros de NY recuam antes de novas tarifas dos EUA
Os rendimentos de Treasuries e os futuros de ações em Nova York recuam refletindo um movimento de aversão ao risco nos mercados globais, no início de uma semana em que as novas tarifas comerciais dos Estados Unidos devem entrar em vigor.
Por volta de 10h10, o rendimento da T-note de dois anos caía a 3,885%, de 3,922% no fechamento anterior, enquanto o da T-note de dez anos recuava de 4,239% para 4,213%. O índice futuro atrelado ao Dow Jones caía 0,58%; o do S&P 500 recuava 0,86% e o do Nasdaq tinha queda de 1,21%.
Por aqui, os juros futuros se alinhavam ao movimento do exterior e recuavam. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 tinha queda de 15,12%, do ajuste anterior, para 15,06%.
O dólar rondava a estabilidade contra o real e subia 0,03%, cotado a US$ 5,7607, depois que o relatório Focus não trouxe nenhuma alteração nas expectativas de inflação. O índice DXY – que mede a relação entre o dólar e uma cesta de moedas de países desenvolvidos – avançava 0,07% a 104,12 pontos.
31/03/2025 10:18:19
— Valor Econômico
Goldman Sachs vê efeito maior de tarifas de Trump e projeta 35% de chance de recessão nos EUA em 12 meses
ABERTURA: Bolsas caem em NY com temor de tarifas e recessão
Os principais índices de ações de Nova York abriram em queda nesta segunda-feira, sob o peso da nova rodada de tarifas a ser anunciada por Donald Trump nesta semana e o temor do impacto que isso pode ter sobre o crescimento econômico dos Estados Unidos.
Por volta das 11h (de Brasília), o Dow Jones caía 0,37%, aos 41.431,20 pontos, o S&P 500 cedia 0,98%, aos 5.525,4 pontos, e o Nasdaq recuava 1,96%, aos 16.984,312 pontos. Entre os setores do S&P 500, consumo discricionário (-2,94%) e tecnologia (-2,53%) lideravam as perdas, enquanto serviços públicos (+0,94%) e itens básicos de consumo (+0,93%) estavam entre as poucas altas.
Na sexta-feira passada, a pesquisa mais recente da Universidade de Michigan mostrou que houve mais uma queda expressiva no sentimento do consumidor americano e um forte aumento nas expectativas de inflação, contribuindo para reforçar o temor do mercado de que as tarifas podem afetar a economia americana. Trump deve anunciar tarifas recíprocas sobre parceiros comerciais dos Estados Unidos na quarta-feira e o fato de que os participantes do mercado ainda não sabem exatamente qual será a magnitude dessas tarifas também pesa sobre o humor dos investidores.
“O governo cita relações comerciais mais justas como objetivo, com a reciprocidade como princípio orientador para a implementação das tarifas. Mas, para além disso, pouco se sabe sobre o que essa política irá implicar”, dizem analistas do Morgan Stanley, em nota. “Isso não é exatamente tranquilizador para os investidores com quem conversamos, que estão perplexos com a dinâmica dos anúncios de tarifas, negociações, atrasos e mudanças nos níveis de implementação para o México, Canadá, China e alguns produtos-chave.”
31/03/2025 11:08:53
— Valor Econômico
EUA/ISM: PMI industrial de Chicago sobe a 47,6 em março; consenso: 43,6
Dólar perde fôlego e opera em queda contra o real em dia de maior volatilidade
ABERTURA: Ibovespa opera em queda firme com Vale, em dia de forte aversão a risco
O Ibovespa opera em queda firme nesta segunda-feira, em dia de forte aversão a risco nas bolsas globais, às vésperas do anúncio de novas tarifas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na quarta-feira, 2 de abril. O movimento afundou os preços do minério de ferro e atingiu em cheio as ações da Vale, cuja queda puxa o índice para baixo.
Por volta das 10h30, o índice cedia 0,89%, aos 130.722 pontos. A mínima do dia foi de 130.646 pontos, enquanto a máxima foi de 131.901 pontos. No exterior, o S&P 500 tinha queda de 1,23 % e o Stoxx 600 perdia 1,51%.
Os papéis ordinários da Vale recuavam 2,43%, enquanto os papéis da Petrobras cedem 0,41%, destoando da alta do petróleo no mercado internacional. As ações da Vamos ON (-4,50%) e da CVC ON (-3,54%) estão entre as maiores perdas. Na ponta positiva, porém, GPA ON subia 7,72%, em meio a indicação de um novo conselho de administração da companhia.
31/03/2025 10:41:04
— Valor Econômico
Goldman Sachs reduz projeções para S&P 500 diante de tarifas e menor crescimento
Bitcoin segue em queda e vai aos US$ 82 mil com apreensão antes de dia do tarifaço de Trump
PRÉ-ABERTURA: Bolsas em NY devem abrir em queda com aversão a risco por tarifas e temor de recessão
Os principais índices de ações de Nova York devem iniciar a semana em queda, dando continuidade ao “sell-off” da última sessão, com peso da aversão a risco do mercado diante de novas tarifas a serem anunciadas por Donald Trump nesta semana.
Por volta das 10h (de Brasília), o índice futuro atrelado ao Dow Jones tinha queda de 0,60%, o S&P 500 recuava 0,89% e o Nasdaq cedia 1,24%. Todos os índices acumulam perdas no ano e caminham para encerrar mais um mês no negativo.
O Goldman Sachs reduziu suas projeções para o S&P 500, citando a política tarifária de Donald Trump, a perspectiva de um crescimento mais fraco e uma inflação maior do que o previsto. Agora, o banco americano vê o índice de ações deve encerrar o ano em torno de 5.700 pontos, abaixo da previsão anterior de 6.200. Os analistas liderados por David Kostin diminuíram sua estimativa para o retorno do S&P 500 em 3 e 12 meses para -5% e +6%, respectivamente.
31/03/2025 10:10:46
— Valor Econômico
PRÉ-ABERTURA: Ibovespa futuro recua em linha com bolsas globais com forte aversão a risco
A aversão a risco se intensifica nas bolsas globais na manhã desta segunda-feira, se refletindo na queda do Ibovespa futuro, às vésperas de novas tarifas dos Estados Unidos a serem anunciadas na próxima quarta-feira, 2 de abril. As preocupações com a taxas também afundaram o preço do minério de ferro em Dalian, enquanto o preço do petróleo opera em leve alta no exterior.
Por volta das 9h40, o Ibovespa futuro caía 0,96% aos 131.445 pontos. No mesmo horário, o futuro do S&P 500 perdia 1,02% e o Stoxx 600 recuava 1,70%. O fundo de índice EWZ, que espelha o mercado brasileiro em Wall Street, perdia 1,43% no pré-mercado em Nova York, os recibos de ações (ADRs) da Vale recuavam 2,29% e os da Petrobras cediam 0,090
Os investidores mantêm a cautela em meio a preocupações com a desaceleração econômica mundial causada por possíveis tarifas a todos os parceiros comerciais dos Estados Unidos. O presidente Donald Trump já anunciou que taxará todos os veículos importados, incluindo caminhões, com detalhes a serem explicados na entrevista coletiva de quarta-feira.
É neste contexto que o minério de ferro recuou 1,47% em Dalian, o que deve atingir as ações de mineradoras, ao passo que o petróleo sobe após Trump ameaçar impor tarifas secundárias a compradores de petróleo da Rússia e alertar o Irã sobre uma possível ação militar se o país não chegar a um acordo sobre seu programa nuclear.
Entre os destaques corporativos, o Banco de Brasília (BRB) deve pagar entre R$ 1,8 bilhão e R$ 2 bilhões por uma fatia de 58% pelo Banco Master, de Daniel Vorcaro. O banco estatal do Distrito Federal ficará com 49% das ações ordinárias da instituição financeira. Já a Embraer irá propor aos seus acionistas a nomeação de Raul Calfat como o novo presidente do conselho de administração da companhia na assembleia que acontecerá em 29 de abril.
31/03/2025 09:50:09
— Valor Econômico
Agenda BC: Galípolo tem audiência com presidente do BRB e David participa de live do Itaú BBA
ABERTURA: Juros futuros recuam, em linha com movimento externo, de olho em tarifas dos EUA
Os juros futuros abriram em queda nesta segunda-feira, alinhados com o movimento do exterior, em meio à cautela dos investidores antes do anúncio das tarifas do governo de Donald Trump, nos Estados Unidos. Ainda há muita incerteza sobre quais serão as medidas implementadas pelo presidente americano na próxima quarta-feira, dia 2, o que favorece a segurança dos títulos de renda fixa.
Por volta de 9h20, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 tinha queda de 15,12%, do ajuste anterior, para 15,06%; a do DI de janeiro de 2027 recuava de 15,05% para 14,97%; a do DI de janeiro de 2029 baixava de 14,80% a 14,75%; e a do DI de janeiro de 2031 cedia de 14,89% a 14,86%.
Nos Estados Unidos, a taxa da T-note de dez anos anotava queda de 4,239% a 4,207%, enquanto a do título de dois anos tinha baixa mais acentuada, de 3,922% a 3,869%.
Na agenda local, o mercado deixa em segundo plano o relatório Focus de hoje, que não trouxe alterações nas estimativas para a taxa Selic e o IPCA. Nesta manhã, os agentes devem ficar atentos aos comentários do diretor de política monetária do Banco Central, Nilton David, em evento do Itaú, a partir de 10h30.
31/03/2025 09:22:15
— Valor Econômico
ABERTURA: Dólar avança em dia de formação de Ptax de fim de mês e com tarifas de Trump no radar
O dólar à vista abre as negociações desta segunda-feira em leve alta, em uma manhã em que a moeda americana mostra mais força contra divisas de mercados emergentes. Os investidores seguem ansiosos pela quarta-feira, dia em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, irá impor tarifas recíprocas contra todos os países.
Perto das 9h20, o dólar à vista registrava alta de 0,20%, cotado a R$ 5,7712, enquanto o euro comercial avançava 0,11%, a R$ 6,2424. No exterior, o índice DXY apreciava 0,03%, aos 104,070 pontos. A moeda americana avançava ainda 0,03% contra o peso mexicano e 0,15% ante o florim da Hungria.
Além de efeitos externos no câmbio, hoje ocorre a definição da taxa Ptax de fim de mês, que servirá de referência para a liquidação de contratos futuros no início de abril. Em função disso, é normal haver maior volatilidade devido à disputa pela condução das cotações entre comprados (investidores que apostam na alta do dólar) e vendidos (que apostam na baixa).
31/03/2025 09:19:31
— Valor Econômico
BRB conclui venda de 49% de sua financeira a grupo investidor
Alemanha: CPI sobe 2,2% em março em base anual (preliminar); consenso: +2,2%
PRÉ-ABERTURA: Formação da Ptax de fim de mês, medidas de Trump e BC devem guiar juros e câmbio
A sessão deve ser marcada ainda pelo temor dos agentes financeiros com as medidas tarifárias a serem adotadas pelo governo de Donald Trump a partir de quarta-feira. O presidente americano afirmou ontem que as tarifas recíprocas a serem anunciadas no dia 2 de abril atingirão todos os países. Apesar do sentimento de aversão ao risco na madrugada, agora pela manhã o dólar segue mais apático no exterior, rondando a estabilidade na maioria dos mercados mais líquidos. Perto das 08h45, o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, recuava 0,04% aos 104,002 pontos.
No Brasil o relatório Focus não trouxe nenhuma alteração nas expectativas de inflação, enquanto houve revisão para a estimativa do câmbio no fim deste ano, de R$ 5,95 para R$ 5,92. Em se tratando do mercado de câmbio, hoje ocorre a definição da taxa Ptax de fim de mês, que servirá de referência para a liquidação de contratos futuros no início de abril. Em função disso, é normal haver maior volatilidade devido à disputa pela condução das cotações entre comprados (investidores que apostam na alta do dólar) e vendidos (que apostam na baixa).
Na pauta econômica no Brasil, os agentes financeiros devem continuar atentos às discussões envolvendo a seara fiscal, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionando o Orçamento nos próximos dias, após retorno de viagem à Ásia. Na sexta-feira, em evento no fim da tarde, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse ser preciso moderar o ritmo do crescimento econômico para reconstruir um superávit primário, mas também apontou ser contra um ajuste super ortodoxo.
Além do já mencionado, a política dos juros no Brasil segue no radar e, diante disso, hoje a atenção se volta para a participação do diretor de política monetária, Nilton David, em evento às 10h30 (horário de Brasília) promovido pelo Itaú.
31/03/2025 08:53:28
— Valor Econômico
Ouro supera US$ 3.100 por onça-troy e atinge novo recorde devido a tensões comerciais
Rendimentos dos Treasuries têm queda firme em dia de aversão a risco nos mercados globais
Petróleo sobe após Trump ameaçar com tarifas à Rússia e ação militar no Irã
PicPay tem lucro recorde de R$ 252 milhões em 2024 e vê espaço para crescer forte no crédito este ano
Dólar no exterior ronda estabilidade antes de nova rodada de tarifas dos EUA
AGENDA DO DIA: Boletim Focus e primário do setor público sao destaque
Os investidores devem acompanhar o Boletim Focus e o resultado primário do setor público consolidado de fevereiro nesta segunda-feira.
Veja, abaixo, os principais destaques do dia:
BC divulga boletim Focus da semana – O Banco Central (BC) divulga, às 8h25, o Boletim Focus da semana encerrada em 28 de março. A mediana das projeções dos economistas do mercado para a inflação oficial brasileira em 2025 foi reduzida novamente, de 5,66% para 5,65%. Para 2026, ao contrário, a mediana das expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi ajustada de 4,48% para 4,50%. Para 2027, foi mantida em 4,00%. Para a taxa básica de juros (Selic), a mediana das estimativas foi mantida em 15% no fim de 2025, em 12,50% no fim de 2026, e em 10,50% em 2027. A mediana das projeções dos economistas do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2025 foi reduzida de 1,99% para 1,98%. Para 2026, a mediana das expectativas para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em 1,60%, e, para 2027, reduzida de 2,00% para 1,99%. A mediana das projeções dos economistas do mercado para o dólar no fim de 2025 foi reduzida de R$ 5,98 para R$ 5,95. Para 2026, a mediana das expectativas para a moeda americana foi mantida em R$ 6,00 entre uma semana e outra. Para 2027, também foi mantida, em R$ 5,90.
CNI anuncia confiança do empresário por setor de março – A Confederação Nacional da Indústria (CNI) anuncia, às 10h, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) – Resultados Setoriais – de março. O número de setores industriais otimistas subiu de cinco para dez entre janeiro e fevereiro. Ainda assim, 18 setores continuam pessimistas, enquanto um se mostra neutro. Em fevereiro, informa a CNI, sete setores migraram de um estado de falta de confiança para um estado de confiança; um setor fez a transição contrária e um setor passou de neutralidade para falta de confiança. De acordo com a pesquisa, o ICEI se recuperou entre as empresas de todos os portes: subiu 0,7 ponto nas pequenas e 0,5 ponto nas médias e nas grandes. Com a alta, os empresários das grandes empresas passaram de um estado de neutralidade, em janeiro, para um estado de confiança, em fevereiro. Apesar da melhoria, pequenas e médias empresas continuam abaixo da linha divisória de 50 pontos, o que significa que ainda estão sem confiança. O ICEI também subiu em todas as regiões do país.
FGV anuncia Indicador de Incerteza da Economia de fevereiro – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) anuncia, às 10h15, o Indicador de Incerteza da Economia Brasil (IIE-Br) de fevereiro. O indicador subiu 1,5 ponto em janeiro, atingindo 116,9 pontos, maior nível desde julho de 2022 (120,8 pts.). Na métrica de médias móveis trimestrais, o IIE-Br subiu 4,0 pontos, alcançando 114,2 pontos. O componente de Mídia do IIE-Br subiu 3,5 pontos em janeiro, para 116,7 pontos, contribuindo positivamente com 3,1 pontos para a alta do índice agregado. O componente de Expectativas, que mede a dispersão nas previsões de especialistas para variáveis macroeconômicas, caiu 7,1 pontos no mês, para 110,6 pontos, contribuindo de forma negativa com 1,6 ponto para o resultado do IIE-Br de janeiro.
FGV anuncia Indicador de Incerteza da Economia de março – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) anuncia, às 10h15, o Indicador de Incerteza da Economia Brasil (IIE-Br) de março. recuou 6,1 pontos em fevereiro, atingindo 110,8 pontos. Na métrica de médias móveis trimestrais, o IIE-Br manteve a tendência de alta ao subir 0,2 ponto, alcançando 114,4 pontos. O componente de Mídia do IIE-Br caiu 3,1 pontos em fevereiro, para 113,6 pontos, contribuindo positivamente com 2,7 pontos para a queda do índice agregado. O componente de Expectativas, que mede a dispersão nas previsões de especialistas para variáveis macroeconômicas, caiu 15,8 pontos no mês, para 94,8 pontos, menor nível desde abril do ano passado (90,8 pts.) contribuindo de forma negativa com 3,4 pontos para o resultado do IIE-Br de fevereiro.
BC divulga resultado primário do setor público de fevereiro – O Banco Central divulga, às 8h30, o resultado do consolidado do setor público, de fevereiro. As contas são formadas por União, estados, municípios e empresas estatais.
BC fará leilões de swap cambial tradicional – O Banco Central dará início à rolagem integral dos contratos de swap cambial com vencimento em 2 de maio de 2025, no montante de US$ 15,5 bilhões (310.346 contratos). A execução desta rolagem prevê a realização de leilões diários de swap tradicional e compreenderá o período necessário para que todo o estoque vincendo em 2/5/2025 seja renovado. O BC poderá alterar o lote ofertado a cada dia, ou mesmo acatar propostas em montante inferior à oferta, conforme as condições de demanda pelo instrumento, sem prejuízo do objetivo de rolagem integral do vencimento.
Alemanha apresenta índice de preços ao consumidor de março – A Alemanha apresenta, às 9h (de Brasília), os dados preliminares do índice de preços ao consumidor (CPI) de março. A leitura anterior foi de alta de 0,4% na margem e aumento de 2,3% na base anual. As estimativas são de alta de 0,3% (margem) e de elevação de 2,3% (anual).
ISM mostra PMI de Chicago referente a março – O ISM mostra, às 10h45 (de Brasília), o índice de gerentes de compras (PMI) de Chicago referente a março. Em fevereiro, o índice estava em 45,5 e a expectativa é de 45,4.
Fed de Dallas publica índice de manufatura de março – O Federal Reserve (Fed) de Dallas publica, às 11h30 (de Brasília), seu índice de manufatura de março. Em fevereiro, o índice foi de -8,3. Expectativa: -12.
Japão apresenta desemprego de fevereiro – O Japão apresenta, às 20h30 (de Brasília), a taxa de desemprego referente ao mês de fevereiro. A leitura anterior foi de 2,5% e a estimativa é de manutenção em 2,5%.
BoJ divulga pesquisa trimestral Tankan – O Banco do Japão divulga, às 20h50 (de Brasília), sua pesquisa econômica Tankan, que inclui o índice de sentimento das grandes empresas manufatureiras, referente ao primeiro trimestre de 2025. No quarto trimestre de 2024, o índice foi de 14 e a expectativa é de 12. Para as pequenas indústrias, o índice ficou em 1 e a expectativa é de -1. Para as grandes empresas não-manufatureiras, o índice foi de 33, com estimativa em 33.
Jibun e Markit mostram PMI industrial do Japão de março – O IHS Markit e o Jibun Bank mostram, às 21h30 (de Brasília), os dados finais do índice de gerentes de compras (PMI) do setor industrial do Japão de março. A leitura anterior foi de 49,0 e a estimativa é de 48,3.
Markit/Caixin revelam PMI industrial da China de março – O S&P Global e o grupo de mídia Caixin revelam, às 22h45 (de Brasília), o índice de gerentes de compras (PMI) industrial de março da China. A leitura anterior foi de 50,8, com estimativas de 51,1.
Haddad participa de conferência em universidade em Paris – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estará em Paris (França), onde, às 17h30 (hora local, 13h30 de Brasília), reúne-se com Luis Vassy, diretor do Institut d’Études Politiques de Paris (Sciences Po). Às 19h (15h), participa da Conferência – 10 anos depois do Acordo de Paris: governar na era do clima, no Amphithéâtre Emile Boutmy, no campus principal do Sciences-Po. Às 20h30 (15h30), participa de jantar em sua homenagem oferecido pela Sciences Po.
Galípolo reúne-se com corretoras e consultorias – O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, estará em São Paulo. Às 9h30, terá audiência com Luiz César Fernandes, diretor da Invixx Investimentos e Participações S/A, e André Guilherme Pereira Perfeito, economista-chefe, para tratar de conjuntura econômica. Às 11h, terá audiência com Gabriel Hartung, sócio e head de Juros Brasil da SPX Capital; Beny Parnes, sócio e economista-chefe, e Kim Ardison, sócio e gestor de Moedas, para tratar de conjuntura econômica. Às 12h, a audiência será com Gustavo Jorge Laboissière Loyola, diretor-presidente e membro do Conselho Deliberativo da Tendências Consultoria Econômica, para tratar de assuntos institucionais. Às 14h, terá audiência com Andréa Bastos Damico, founder and CEO da Buysidebrazil Consultoria Econômica; Mirella Hirakawa, coordenadora de Pesquisa, e Alfredo Menezes, senior advisor, para tratar de conjuntura econômica. Às 15h30, terá audiência com representantes da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), para tratar de assuntos institucionais.
Diretores do BC têm audiência com executivos do Banco Inter – Os diretores do Banco Central de Fiscalização, Ailton De Aquino Santos; de Regulação, Gilneu Vivan; de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta , Izabela Correa; de Política Monetária , Nilton David, e de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução, Renato Gomes, terão, às 16h30, audiência com Alexandre Riccio de Oliveira, CEO Brasil; Marco Antônio Martins de Araújo Filho, diretor executivo de Legal & Compliance; Ana Luiza Vieira Franco Forattini, diretora Jurídico, Governança e Compliance; Thiago Garrides Cabral de Lima, diretor executivo de Riscos, Prevenção de Fraude e AML; Rafaela de Oliveira Vitória, diretora Research e Relações com o Mercado do Banco Inter, no Rio de Janeiro, para tratar de assuntos de organização do sistema financeiro. Antes, às 15h, Correa terá audiência com representantes da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para tratar de assuntos institucionais. David ainda participa, às 10h30, de live sobre “Conjuntura e Política Monetária”, promovida pelo Itaú BBA; às 14h, terá audiência com representantes da Galápagos Capital para tratar de assuntos de conjuntura econômica. (fechado à imprensa), e, às 15h30, audiência, por videoconferência, representantes da Fidelity Management & Research Company, para tratar de assuntos de conjuntura econômica. Em São Paulo, Diogo Guillen, d iretor de Política Econômica, e Paulo Picchetti, diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos , participam, às 9h30, da 99ª Reunião Trimestral com Economistas – Grupo 01 . Às 14h30, Gillen terá audiência com economistas do Deutsche Bank para tratar de conjuntura econômica. Às 15h30, terá audiência com Gustavo Arruda, economista-chefe, e Raphael Rodrigues, economista Brasil, da Mastercard, para tratar de conjuntura econômica. Às 19h, participa do Ciclo de Palestras, organizado pela Faculdade ESEG, para tratar de conjuntura econômica. Picchetti, por sua vez, participa, às 16h30, de reunião de abertura do Staff Visit, com representantes do Fundo Monetário Internacional (FMI), para tratar de assuntos institucionais. Rodrigo Teixeira (Administração) terá despachos internos em Brasília.
31/03/2025 07:29:46
— Valor Econômico
Bolsas da Europa recuam com temor por tarifas amplas dos EUA e à espera de dados
FECHAMENTO: Bolsas da Ásia recuam devido a preocupações com tarifas; Tóquio cai 4%
As bolsas da Ásia fecharam em queda expressiva nesta segunda-feira, refletindo preocupações sobre a próxima rodada de tarifas dos Estados Unidos previstas para esta semana. Tóquio liderou as perdas e caiu mais de 4%, puxada por ações de chips e do setor financeiro.
O índice Nikkei 225 do Japão fechou em queda de 4,05% a 35.617,56 pontos e o índice Kospi da Coreia do Sul recuou 3,0% a 2.481,127 pontos. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 1,31% a 23.119,58 pontos e, na China continental, o índice Xangai Composto perdeu 0,46% a 3.335,74 pontos.
Os declínios de sexta-feira em Wall Street pesaram no sentimento do investidor. Em Seul, as ações caíram pelo terceiro pregão seguido, e os setores de baterias, automóveis e semicondutores lideraram as perdas. Em Hong Kong, as empresas de tecnologia recuaram, com Alibaba em baixa e Baidu 3,6%.
“Os mercados estão avaliando os riscos de tarifas comerciais”, diz o UBS, em nota. Neste fim de semana, o presidente americano Donald Trump disse que as tarifas recíprocas que entrariam em vigor na quarta-feira começariam a atingir todos os países. Trump ameaçou “tarifas secundárias” contra a Rússia.
31/03/2025 06:49:44
— Valor Econômico