Bolsa de Valores hoje: Acompanhe em tempo real as notícias do Ibovespa no dia 01/04/2025
Última Atualização: 01 abr. 2025, 22:37
Bolsa de Xangai abre em baixa de 0,1%, aos 3.344,17 pontos, à espera de PMI Caixin de serviços
Bolsa de Hong Kong abre em baixa de 0,2%, aos 23.167,31 pontos, com realização de lucros
Preço do cobre estável; investidores de olho nas tarifas dos EUA
ANÁLISE: O que o balanço do Master mostra sobre o momento delicado da instituição
AGENDA DE AMANHÃ: Tarifas de Trump, ADP e produção industrial no Brasil são destaque
O anúncio de tarifas recíprocas contra parceiros comerciais pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no que tem sido chamado de “Dia da Libertação” pelo republicano, é o principal destaque da agenda desta quarta-feira, 2 de abril. No campo dos indicadores, a produção industrial no Brasil e o relatório ADP sobre criação de empregos no setor privado nos EUA devem ser acompanhados.
Agenda de quarta-feira, 2 de abril
01/04/2025 12:22:24
— Valor Econômico
CARTEIRA VALOR: ‘Blue chips’ lideram lista de ações sugeridas para abril
PALAVRA DO GESTOR: Bets: o bicheiro que mora no seu bolso o fará infeliz
Bolsa de Seul abre em alta de 0,2%, aos 2.525,62 pontos, após dados de inflação
Bolsa de Tóquio abre em alta de 0,4%, aos 35.751,02 pontos, liderada por maquinários e corretoras
Master: Lucro líquido somou R$ 1,068 bilhão em 2024, ante R$ 532 milhões em 2023
GIRO DO MERCADO: Juros futuros acentuam queda e Ibovespa se afasta das máximas
Os juros futuros acentuaram o ritmo de queda na tarde desta terça-feira, ampliando o movimento que já era positivo em um dia de bom desempenho de moedas latino-americanas, como o real. Dados mais fracos da economia dos Estados Unidos e as incertezas quanto aos impactos das medidas tarifárias do governo do presidente Donald Trump dão o tom dos negócios hoje.
Por volta de 16h20, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2027 cedia de 14,935%, do ajuste anterior, para 14,86%, enquanto a do DI de janeiro de 2031 caía de 14,85% para 14,75%. Já o dólar à vista anotava recuo de 0,37%, a R$ 5,6847.
Apesar do ritmo mais acentuado de queda dos juros futuros, o Ibovespa se afastou das máximas durante a tarde, em linha com a piora registrada pelas bolsas americanas e com uma perda de tração de blue chips de bancos. O dia é de liquidez reduzida, o que ajuda a ampliar a volatilidade ao longo da sessão. O volume financeiro projetado para o principal índice da bolsa brasileira é de R$ 11,6 bilhões.
No horário citado, o Ibovespa tinha alta de 0,85%, aos 131.366 pontos, mais distante da máxima de 131.982 pontos. No mesmo horário, as ações do Bradesco PN tinham alta de 0,27%.
Em Nova York, o índice S&P 500 recuava 0,13%, a 5.604,57 pontos, e a taxa da T-note de dez anos cedia de 4,210% a 4,166%.
01/04/2025 16:26:24
— Valor Econômico
Agenda BC: Galípolo palestra em evento de 60 anos da instituição
FECHAMENTO: Juros futuros recuam com apoio externo antes de tarifas dos EUA
Os juros futuros encerraram o pregão de hoje em queda, repetindo em grande parte o movimento da véspera, quando as taxas recuaram em um dia marcado por liquidez mais baixa e foco no noticiário econômico dos Estados Unidos. Nesta sessão, a cautela do mercado na véspera do anúncio do “tarifaço” prometido pelo presidente americano, Donald Trump, levou à busca pela segurança dos Treasuries americanos, cujas taxas caíram, o que apoiou o mercado doméstico. Além disso, dados fracos da indústria e do mercado de trabalho americanos reforçaram a tendência de queda dos juros.
Ao fim do pregão, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 anotou leve baixa de 15,025%, do ajuste anterior, para 15,005%; a do DI de janeiro de 2027 cedeu de 14,935% a 14,855%; a do DI de janeiro de 2029 teve queda de 14,72% a 14,595%; e a do DI de janeiro de 2031 recuou de 14,85% para 14,72%.
Nos Estados Unidos, o rendimento da T-note de dez anos encerrou em queda de 4,210% para 4,177%, e a taxa do título de dois anos do Tesouro americano caiu em ritmo mais fraco, de 3,895% a 3,887%.
No ambiente local, o destaque do dia foi o leilão de títulos atrelados à inflação (NTN-B) do Tesouro. Após emissões pequenas no mês de março, o Tesouro ofertou 1,8 milhão de títulos hoje, que foram bem absorvidos pelo mercado, uma vez que todo o lote foi vendido e a curva de juros futuros não apresentou estresse relevante após o leilão.
01/04/2025 18:08:51
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Ibovespa sobe com apoio de blue chips, na véspera de anúncio de Trump
Às vésperas do dia em que o presidente americano, Donald Trump, pretende anunciar tarifas recíprocas, o mercado acionário local registrou uma sessão de menor liquidez, o que ajudou a incrementar a volatilidade na sessão. Depois de subir até os 131.982 pontos, o Ibovespa perdeu força durante a tarde, em meio a uma alta mais contida de algumas blue chips de bancos. No fim do dia, o índice encerrou em alta de 0,68%, aos 131.147 pontos. Na mínima do dia, ele chegou a bater os 130.081 pontos.
O fluxo favorável de investidores estrangeiros para a bolsa também ajudou a elevar os ganhos do índice, em um pregão em que a maior parcela das blue chips registrou alta. O destaque ficou para as ações da Vale, que subiram 0,86%, em linha com o avanço nos preços do minério de ferro. Da mesma forma, os papéis da Petrobras avançaram. A PN da petroleira teve alta de 0,38%. Já blue chips de bancos, como as preferenciais do Bradesco, encerraram em leve queda de 0,13%.
Vale lembrar que hoje a B3 divulgou a primeira prévia da carteira teórica do Ibovespa, com a inclusão dos papéis da Direcional e a retirada das ações da Automob e da LWSA. Novas alterações podem ser feitas até a apresentação da terceira prévia. O portfólio irá vigorar entre 5 de maio e 31 de agosto.
O volume financeiro do índice foi de R$ 13,3 bilhões e de R$ 18,0 bilhões na B3. Já em Wall Street, os índices americanos encerraram o pregão em direções opostas: o Nasdaq teve alta de 0,87%; o S&P 500 avançou 0,38%; e o Dow Jones fechou perto da estabilidade, com leve queda de 0,03%.
01/04/2025 17:23:32
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Dólar recua e encerra sessão a R$ 5,68 após dados fracos nos EUA
O dólar à vista encerrou as negociações desta terça-feira exibindo depreciação contra o real, em um dia em que dados mais fracos da economia americana e indicadores mais fortes da economia chinesa deram força a moedas ligadas a commodities. Assim, no fechamento da sessão, o real era listado entre as divisas que avançavam contra o dólar, ao lado dos dólares neozelandês e australiano, além da coroa norueguesa e do peso colombiano.
Encerradas as negociações no mercado “spot”, o dólar comercial registrou queda de 0,39%, cotado a R$ 5,6833, depois de ter tocado a mínima de R$ 5,6728 e encostado na máxima de R$ 5,7322. Já o euro comercial exibiu desvalorização de 0,60%, a R$ 6,1322. Perto do fechamento, o índice DXY avançava 0,02%, aos 104,232 pontos.
01/04/2025 17:20:03
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Bolsas de NY terminam sem direção única após dados de atividade e à espera de ‘tarifaço’
Em um dia marcado pela alta volatilidade, os principais índices acionários de Nova York fecharam sem direção única à espera do anúncio de tarifas recíprocas pelo governo dos Estados Unidos, que será feito amanhã. Os agentes financeiros também reagiram à divulgação de dados de atividade da economia americana, que intensificaram o temor de desaceleração na economia do país.
No fechamento, o índice Dow Jones caía 0,03%, aos 41.989,96 pontos, enquanto o S&P 500 subia 0,38%, aos 5.633,07 pontos, e o Nasdaq recuava 0,87%, aos 17.449,89 pontos. Os setores com melhor desempenho foram de consumo discricionário (1,14%), comunicação (1,02%) e tecnologia (0,95%). Apenas saúde (-1,75%) e finanças (-0,16%) terminaram no negativo.
A incerteza causada pela política comercial dos Estados Unidos potencializou os temores de uma recessão e levaram os agentes financeiros a uma realocação de portfólios globalmente. Neste contexto, os mercados americanos operaram voláteis à espera do ‘Liberation Day’.
No front de dados, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial dos Estados Unidos caiu de 50,3 em fevereiro para 49,0 em março, indicando contração, de acordo com a leitura do Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês).
Já o relatório Jolts sofreu poucas alterações em fevereiro e somou 7,568 milhões, o que representa uma queda em relação aos 7,762 milhões de postos que estavam abertos em janeiro. Ainda assim, os dados são anteriores à guerra comercial.
01/04/2025 17:15:48
— Valor Econômico
Bradesco amplia oferta de novo consignado para milhões de clientes pré-aprovados
BC: Rentabilidade das reservas internacionais cai a 3,02% em 2024, de 5,11% em 2023
Fundo Verde, de Stuhlberger, ganha versão de previdência com Icatu
PF realiza operação contra grupo especializado em fraudes que teria furtado R$ 1 milhão em um só dia
FECHAMENTO: Petróleo cai com mercado de olho em tarifas dos EUA
Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta terça-feira, em sessão volátil, à medida que investidores se preparam para o anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente dos Estados Unidos Donald Trump, amanhã. Ontem, a commodity teve forte alta, após Trump ameaçar impor tarifas secundárias a compradores de petróleo da Rússia, um dos maiores produtores e exportadores de petróleo.
No fechamento, o petróleo tipo Brent (referência mundial) com vencimento em junho teve queda de 0,37%, cotado a US$ 74,49 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE). Já o WTI (referência americana) com entrega prevista para o mesmo mês recuou 0,39%, a US$ 71,20 por barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).
01/04/2025 16:02:19
— Valor Econômico
SOBE E DESCE DAS AÇÕES: Minerva lidera altas; Natura & Co amplia perdas
Sobe e Desce das Ações
EMPRESA | VARIAÇÃO | COMENTÁRIO |
Minerva ON | +5,11% | Avança. A companhia informou que o seu conselho de administração aprovou para que seja submetido à assembleia a criação de um segundo plano de outorga de opções de aquisição de ações “matching”. |
Usiminas PNA | +5,06% | Tem alta em dia de avanço nos preços do minério de ferro. |
Eneva ON | +4,90% | Sobe após recuar 0,59% na véspera. |
Natura & Co ON | -4,40% | Recua ampliando a queda de mais de 4% registrada na sessão anterior. |
Cemig PN | -1,95% | Tem queda estendendo a tendência mais negativa vista nas últimas oito sessões. |
PetroRecôncavo ON | -1,70% | Cede. O movimento ocorre a despeito da avaliação positiva feita pelo. Citi, de que os dados de produção divulgados pela companhia dão confiança de que a empresa irá aumentar a produção. |
– Valor Econômico
— Valor Econômico
MP de Contas do DF vai apurar possíveis irregularidades na compra do Master pelo BRB
Imposto de Renda: Contribuintes reclamam que declaração online não funciona no 1º dia de liberação
Nexa capta US$ 500 milhões em bonds com taxa de 2,45% acima dos Treasuries
FECHAMENTO: Ouro cai com realização de lucros e à espera de ‘tarifaço’ de Trump
Os contratos futuros de ouro para junho fecharam esta terça-feira (01) em queda. Os investidores estão à espera da nova rodada de tarifas recíprocas prometida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, amanhã. Além disso, uma melhora nos índices acionários de Nova York e um movimento de realização de lucros após o metal precioso atingir cotação recorde ontem pressionaram o preço para baixo.
No fechamento, os contratos futuros de ouro com vencimento para junho caíram 0,14%, a US$ 3.146,00 por onça-troy, na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
O movimento de realização de lucros acontece após o ouro para abril ter atingido um novo recorde acima de US$ 3.100 ontem e ter registrado seu melhor trimestre desde 1986. O metal precioso também superou o índice de ações SP500 em 23,6% no período.
A incerteza causada pela política comercial dos Estados Unidos potencializou os temores de uma recessão e levaram os agentes financeiros a uma realocação de portfólios globalmente. Neste contexto, os mercados americanos operam voláteis à espera do ‘Liberation Day’.
“Os preços do ouro operam em baixa devido à realização de lucros dos traders de futuros de curto prazo, após atingirem altas recordes no início do dia”, disse Jim Wyckoff, analista da Kitco. “A aversão ao risco permanece elevada antes do início de novas tarifas dos EUA”, acrescentou.
01/04/2025 14:56:41
— Valor Econômico
BC premiará TOP 5 do Focus em evento com abertura de Galípolo
BV emite US$ 500 milhões em bonds com taxa de 5,95% ao ano, dizem fontes
ANÁLISE: As três falhas do BC no caso do Banco Master
BASTIDORES: Presidente do BRB quer minimizar ruído e vai explicar operação para deputados distritais
Salton vê CRA como boa opção de captação de recursos em tempos de Selic alta
Taxação mínima dos super-ricos é medida que precisa ter alinhamento global, diz Loria
BV estrutura FIDC ‘tokenizado’ para financiar adoção de painéis de Led
Fraudes com cartões registram queda de 18% em 2024
FECHAMENTO: Bolsas na Europa sobem com dados de inflação e atividade industrial
Os principais índices de ações da Europa fecharam em alta nesta terça-feira, recuperando parte das perdas das últimas sessões, com impulso dos dados de inflação e de atividade no setor industrial da zona do euro.
No fechamento, o índice Stoxx 600 subiu 1,08%, aos 539,66 pontos. O FTSE 100, da Bolsa de Londres, teve alta de 0,61%, aos 8.634,80 pontos, e o DAX, de Frankfurt, avançou 1,70%, aos 22.539,98 pontos. O CAC 40, de Paris, teve ganho de 1,10%, aos 7.876,36 pontos.
O índice de preços ao consumidor (CPI, sigla em inglês) da zona do euro registrou alta de 2,2% em março na base anual, representando uma leve desaceleração sobre os 2,3% registrados em fevereiro, de acordo com a Eurostat. Já o índice de gerentes de compras (PMI) do setor industrial subiu para 48,6 pontos no mês passado, de 47,6 em fevereiro.
Os investidores questionam qual será o próximo passo do Banco Central Europeu (BCE) na reunião deste mês. A inflação segue acima da meta e a autoridade monetária já realizou 150 pontos-base em cortes desde o início do ciclo de afrouxamento. Mas há rumores de que os dirigentes estariam cogitando uma pausa diante do aumento de gastos fiscais e as tarifas dos EUA.
Amanhã, o mercado acompanha o anúncio de pacote de tarifas recíprocas do presidente americano Donald Trump, que devem se somar às taxas que ele já anunciou sobre produtos específicos, como automóveis. A expectativa é de que o comunicado amanhã traga maior clareza sobre seus planos, mas o mercado deve continuar volátil, à medida que os parceiros comerciais dos Estados Unidos podem dar início a retaliações ou conversas para renegociar.
Considerando a expectativa de tarifas mais altas e uma menor projeção de crescimento para os Estados Unidos e a Europa, o Goldman Sachs diminuiu sua estimativa para o Stoxx 600 para 510 pontos, 530 e 570 nos prazos de três, seis e 12 meses, respectivamente. Antes, os preços-alvo eram de 560, 570 e 580. A perspectiva de retorno foi ajustada para -6% em três meses, -2% em seis, e +5% em um ano.
01/04/2025 13:02:53
— Valor Econômico
Primeira prévia do Ibovespa para carteira de maio a agosto inclui Direcional e retira Automob e LWSA
CAE do Senado aprova requerimento que pede informações a Galípolo sobre compra do Banco Master pelo BRB
Após subir 90% ontem, ação do BRB volta a disparar nesta terça-feira
Pix no cartão pode trazer elementos de segurança, como combate a fraude e ‘chargeback’, diz Abecs
GIRO DO MERCADO: Ativos locais se beneficiam de dados mais fracos nos EUA
Os ativos brasileiros apresentaram melhora leve após a divulgação de dados mais fracos da indústria e do mercado de trabalho nos Estados Unidos, enfraquecendo a narrativa que predominava no início do ano do “excepcionalismo” da economia americana. Diante disso, uma possível rotação e busca por ativos fora dos EUA continua beneficiando os mercados locais.
Perto das 11h45, o índice Ibovespa avançava 0,88%, aos 131.410 pontos, enquanto o S&P 500 caía 0,35%, aos 5.591,94 pontos. Já o dólar à vista exibia desvalorização de 0,11%, a R$ 5,6993. No exterior, o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis moedas de mercados desenvolvidos, recuava 0,07%, aos 104,135 pontos. Nos mercados de juros, a taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2029 caía de 14,72% para 14,63%, enquanto o rendimento do título do Tesouro americano de dez anos recuava 4,210% para 4,154%.
01/04/2025 11:44:02
— Valor Econômico
GIRO DO MERCADO: Tarifas seguem no radar; dólar no exterior sobe e taxas de Treasuries recuam
A política tarifária incerta de Donald Trump segue no radar dos investidores, levando o dólar a subir no exterior, enquanto os rendimentos de Treasuries operam em queda, com maior chance de cortes de juros em mercados desenvolvidos.
Por volta de 10h10, a taxa da T-note de dez anos recuava 3,4 pontos-base, ao oscilar de 4,210% para 4,176%. O índice DXY – que mede a relação entre o dólar e uma cesta de moedas de países desenvolvidos – subia 0,10% a 104,31 pontos.
Os investidores aguardam ainda hoje os dados do ISM sobre o setor industrial dos Estados Unidos e o relatório Jolts de vagas de emprego e rotatividade de mão de obra do país, antes a implementação de tarifas universais por Donald Trump prevista para amanhã.
Por aqui, os juros futuros recuavam seguindo a tendência global, antes do leilão do Tesouro Nacional de títulos atrelados à inflação (NTN-B). A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 exibia leve baixa de 15,025%, do ajuste anterior, para 15,00%. O dólar à vista subia 0,38% contra o real, cotado R$ 5,7272.
01/04/2025 10:14:00
— Valor Econômico
Tesouro vende lote integral de 1,8 bilhão de NTN-B em leilão
Tesouro vende lote integral de 1,15 milhão de LFT em leilão
Itaú estuda ter stablecoin própria a depender de regulação e experiência de bancos nos EUA
Ofertas de bonds do BV e da Nexa devem movimentar, ao menos, US$ 1 bilhão
Bolsas em NY e rendimentos dos treasuries ampliam perdas após dados mais fracos nos EUA
Consultor do Master, Meirelles diz aguardar "a prática" para avaliar operação com BRB
Nubank começa a oferecer o novo consignado privado
Galípolo: Dados sugerem que canais de transmissão não funcionem com mesma fluidez de outros países
EUA: PMI industrial do ISM cai a 49,0 em março; consenso: 49,5
EUA: Gastos com construção sobem 0,7% em fevereiro ante janeiro; consenso: +0,3%
EUA: Vagas de emprego em aberto somam 7,6 milhões em fevereiro, diz relatório Jolts
Itaú diz que está oferecendo novo consignado privado
Estrangeiros retiram R$ 253,4 milhões na B3 em 28 de março e saldo positivo em 2025 vai a R$ 12,4 bilhões
EUA: PMI industrial da S&P Global cai a 50,2 em março; consenso: 49,8
Bitcoin inicia abril em alta com atenção voltada a tarifas
Meirelles: Ter inflação controlada e juro baixo não é um ato de vontade do BC
Tesouro oferta hoje 1,15 milhão de LFT e 1,8 milhão de NTN-B em leilão
ABERTURA: Ibovespa avança com valorização das commodities e à espera de dados dos EUA
O Ibovespa avança nesta terça-feira, com a valorização das commodities no exterior, que impulsionam as ações da Vale e da Petrobras. Na véspera do anúncio do choque tarifário pelos Estados Unidos, os investidores aguardam o relatório Jolts e o índice de gerentes de compras (PMI) da indústria dos EUA, em busca de sinais sobre a saúde da economia americana.
Por volta das 10h30, o índice subia 0,27%, aos 130.617 pontos. A mínima do dia foi de 130.081 pontos, enquanto a máxima foi de 130.770 pontos. No exterior, o S&P 500 tinha queda de 0,25 % e o Stoxx 600 ganhava 1,02%.
O papel ordinário da Vale subia 1,32%, em linha com a alta do minério de ferro em Dalian. Já a ação ordinária da Petrobras ganhava 0,49%. A ação da Automob ON liderava o pregão ao avançar 4%. Na ponta negativa, GPA ON cedia 2,27%, em possível movimento de correção após registrar alta de 13,60% na véspera.
01/04/2025 10:39:42
— Valor Econômico
ABERTURA: Bolsas caem em NY na véspera do 'tarifaço' de Trump
Os principais índices de ações de Nova York abriram em queda nesta terça-feira, na véspera do anúncio de tarifas recíprocas pelo presidente americano, Donald Trump, que tem sido o assunto central no mercado nas últimas sessões. Investidores aguardam por maior clareza sobre os planos tarifários do republicano, mas também veem que a volatilidade deve permanecer nas próximas semanas, à medida que os parceiros comerciais dos Estados Unidos podem responder com retaliações e renegociações.
Por volta das 10h30 (de Brasília), o índice Dow Jones tinha queda de 0,61%, aos 41.753,20 pontos, o S&P 500 recuava 0,32%, aos 5.593,89 pontos, e o Nasdaq cedia 0,19%, aos 17.266,520 pontos. No S&P 500, saúde (-0,81%) e o setor industrial (-0,5%) lideravam as perdas, enquanto comunicação (+0,16%) e o setor imobiliário (+0,13%) estavam entre os poucos setores que operavam no positivo.
A BlackRock estima que a taxa média das tarifas americanas irá se estabilizar em torno de 10%, mas, até lá, “pode levar meses”, diz a gestora, que espera múltiplas mudanças na composição das tarifas a partir do anúncio de amanhã.
01/04/2025 10:38:04
— Valor Econômico
CEO do Banco Master busca sócio para parte que não será vendida ao BRB e chegou a negociar com BTG
Já imaginou fazer um Pix usando o cartão de crédito? Em breve, isso pode ser possível
Tombini: Mundo vive fase de incerteza sem precedentes na história
PRÉ-ABERTURA: Bolsas em NY devem abrir em queda com investidores de olho em pacote de tarifas
Os principais índices de ações de Nova York devem abrir em queda nesta terça-feira, na véspera do anúncio do pacote de tarifas recíprocas pelo presidente americano, Donald Trump. O mercado não sabe, ao certo, o que esperar do anúncio, mas a expectativa é de que ele traga maior clareza sobre a política tarifária dos Estados Unidos. Ainda assim, o dia de amanhã também pode ser apenas um “primeiro passo”, com possibilidade de renegociações e retaliações por parte dos parceiros comerciais, dando continuidade à volatilidade nos mercados.
Por volta das 10h (de Brasília), o índice futuro atrelado ao Dow Jones tinha queda de 0,59%, o S&P 500 recuava 0,31% e o Nasdaq cedia 0,26%.
No cenário macro, o índice de gerentes de compras (PM, na sigla em inglês) industrial dos Estados Unidos medido pela S&P Global em março e o relatório Jolts (Job Openings and Labor Turnover Survey) de empregos de fevereiro estão entre os dados que são divulgados nesta terça.
01/04/2025 10:00:05
— Valor Econômico
Gil Torquato assume presidência da Abranet
PRÉ-ABERTURA: Ibovespa futuro ronda estabilidade na véspera de choque tarifário dos EUA
O Ibovespa futuro ronda a estabilidade nesta terça-feira, na véspera do anúncio do choque tarifário dos Estados Unidos. As incertezas com a política comercial global podem continuar gerando certa volatilidade, mas a valorização do minério de ferro no exterior tende a beneficiar ações de commodities, embora o petróleo também opere perto da estabilidade no dia. Entre os indicadores, o relatório Jolts e o índice de gerentes de compras (PMI) da indústria dos EUA serão observados em busca de sinais sobre a saúde da economia americana.
Por volta das 9h30, o Ibovespa futuro subia 0,12% aos 131.135 pontos. No mesmo horário, o futuro do S&P 500 ganhava 0,55% e o Stoxx 600 tinha alta de 0,88%. O fundo de índice EWZ, que espelha o mercado brasileiro em Wall Street, perdia 0,04% no pré-mercado em Nova York, os recibos de ações (ADRs) da Vale subam 0,39% e os da Petrobras ganhavam 0,14.
O movimento de rotação das carteiras globais favoreceu a bolsa brasileira no primeiro trimestre deste ano. Enquanto o índice Nasdaq caiu 10,42% no primeiro trimestre deste ano, o Ibovespa avançou 8,29% no mesmo intervalo, alcançando a melhor performance desde o quarto trimestre de 2023, quando subiu 15,12%. No entanto, os investidores seguem atentos à postura a ser adotada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, amanhã no anúncio das tarifas de importação contra seus parceiros comerciais.
Segundo participantes do mercado, embora as empresas listadas na bolsa brasileira não sejam diretamente impactadas pelas tarifas, uma política tarifária muito agressiva pode intensificar a aversão ao risco e elevar os temores de recessão nos EUA. Nesse contexto, todas as bolsas globais sofreriam perdas significativas.
O pregão de hoje, porém, pode ter alguma correção nas ações da Vale e da Petrobras, que encerraram em queda ontem. O minério de ferro subiu 1,86% em Dalian e o petróleo operou em alta durante grande parte da manhã e, no horário citado, rondava a estabilidade.
Entre os destaques corporativos, a Vale fechou um acordo com a Global Infrastructure Partners (GIP) para estabelecer uma joint venture na Aliança Geração de Energia (Aliança Energia), empresa privada que atua no mercado brasileiro de energia. Desde o ano passado, a GIP é controlada pela gestora Blackrock.
Já a A RD Saúde realizará até 1º de dezembro o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 118,1 milhões, o que corresponde a R$ 0,0689 por ação ordinária de emissão da companhia.
01/04/2025 09:41:51
— Valor Econômico
ABERTURA: Dólar tem leve alta com investidor à espera de dados dos EUA
O dólar à vista abre as negociações desta terça-feira operando em leve alta, ainda que perto da estabilidade, em uma sessão que deve ser marcada pela divulgação de dados do mercado de trabalho e da indústria americana. Os agentes financeiros também devem seguir atentos a notícias sobre as medidas tarifárias a serem apresentadas amanhã pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Perto das 9h20, o dólar à vista apreciava 0,13%, a R$ 5,7134, enquanto o euro comercial recuava 0,10%, a R$ 6,1629. No exterior, o índice DXY avançava 0,09%, aos 104,296 pontos.
01/04/2025 09:24:51
— Valor Econômico
ABERTURA: Juros futuros recuam, em linha com o movimento externo antes de leilão
Os juros futuros iniciaram o pregão desta terça-feira em baixa e com o movimento concentrado nos vértices de longo prazo da curva a termo, à medida que os investidores locais seguem a tendência global de recuo das taxas, enquanto aguardam o leilão do Tesouro Nacional de títulos atrelados à inflação (NTN-B). Lá fora, a cautela dos agentes um dia antes do anúncio do “tarifaço” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, favorece a demanda pela segurança dos Treasuries e provoca uma queda robusta das taxas americanas.
Por volta de 9h15, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 exibia leve baixa de 15,025%, do ajuste anterior, para 15,00%; a do DI de janeiro de 2027 cedia de 14,935% a 14,865%; a do DI de janeiro de 2029 tinha queda de 14,72% a 14,635%; e a do DI de janeiro de 2031 recuava de 14,85% para 14,77%.
Nos Estados Unidos, a taxa da T-note de dez anos anotava baixa de 4,210% para 4,162%, e a do título de dois anos do Tesouro americano caía de 3,895% a 3,865%.
01/04/2025 09:16:53
— Valor Econômico
Ouro atinge novo recorde com apoio de incerteza gerada por tarifas de Trump
PRÉ-ABERTURA: Dados dos EUA e leilão ficam no radar dos mercados de câmbio e juros antes de tarifas de Trump
Às vésperas do anúncio de tarifação pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, os agentes financeiros podem ver algum estresse nos mercados devido ao temor em relação à medida (ou algum alívio, caso o Brasil consiga alguma margem de negociação). O jornal “The Washington Post” informa que o governo Trump está avaliando tarifas de cerca de 20% sobre a maioria das importações.
Assim, hoje pode ser revisto o bom desempenho observado pelo real ontem — que ficou descolado dos pares e da maioria das divisas, em parte por conta da questão técnica de fim de mês. Já para o mercado de juros, um ponto de atenção é o tradicional leilão de LFTs e NTN-Bs nesta terça. Daí a atenção na oferta de títulos pelo Tesouro neste pregão, tendo em vista que alguns papéis atrelados à inflação têm operado com taxas acima de 8%.
Para além do já mencionado, os agentes financeiros devem acompanhar os dados econômicos nos Estados Unidos. Hoje, dois indicadores serão observados com mais atenção: o Jolts (dado sobre vagas não preenchidas no último dia de fevereiro) e o índice gerente de compras (PMI) da indústria, referente ao mês de março. Na manhã desta terça, o dólar segue mais forte frente divisas de mercados emergentes, ainda que seja uma valorização contida. A moeda americana aprecia 0,10% ante o peso mexicano e 0,18% contra o rand sul-africano. Já o DXY avança 0,07%, aos 104,293 pontos.
Além do já mencionado, a questão fiscal no Brasil também segue no radar, com o Valor trazendo reportagem hoje sobre atuação do Ministério da Fazenda na Justiça para destravar no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). O órgão, segundo a reportagem, vai tentar reverter decisões que, na prática, beneficiam as maiores companhias abertas do país.
01/04/2025 08:50:49
— Valor Econômico
Bolsas da Europa sobem de olho em plano da UE de retaliação a tarifas e após dados
Rendimentos dos Treasuries caem com mercado atento a riscos à economia global com tarifas de Trump
Petróleo opera em alta e Brent encosta em US$ 75 enquanto mercado precifica guerra comercial e ações contra Rússia e Irã
Prudential e Mercado Pago ampliam parceria para venda de seguro prestamista
Dólar no exterior ronda estabilidade antes de tarifas recíprocas dos EUA
FECHAMENTO: Bolsas da Ásia sobem após dados positivos da China e com tarifas no radar
As bolsas da Ásia fecharam em alta, recuperando-se das perdas firmes de ontem, em meio a incertezas sobre a próxima rodada de tarifas universais de Donald Trump previstas para amanhã, e com os investidores repercutindo dados positivos da China.
O índice Nikkei 225 do Japão fechou em alta de 0,02% a 35.624,48 pontos e o índice Kospi da Coreia do Sul subiu 1,62% a 2.521,39 pontos. Em Hong Kong, o índice Hang Seng avançou 0,38% a 23.206,84 pontos e, na China continental, o índice Xangai Composto teve alta de 0,38% a 3.348,43 pontos.
O PMI industrial da China medido pelo Caixin subiu de 50,8 em fevereiro para 51,2 em março, sugerindo que o setor está se beneficiando de uma combinação de antecipação de tarifas e suporte fiscal, diz o economista da Capital Economics, Julian Evans-Pritchard.
“No entanto, não demorará muito para que as tarifas dos Estados Unidos deixem de ser um fator favorável e passem a ser um empecilho”, escreve Evans-Pritchard. Segundo ele, mais desinflação está por vir, com o índice de preços de produção apontando para um aprofundamento da deflação nos preços de fábrica.
01/04/2025 07:40:07
— Valor Econômico
AGENDA DO DIA: PMIs e Jolts são destaque
Os investidores devem acompanhar os resultados do índice de gerentes de compras (PMIs) do setor industral dos Estados Unidos e do Brasil, além do relatório Jolts, que mostra o número de postos de trabalho americanos abertos em fevereiro.
No Brasil, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, tem reunião com o CEO do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Veja, abaixo, outros destaques desta terça-feira:
FGV divulga IPC-S da quarta quadrissemana de março – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) divulga, às 8h, o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) da quarta quadrissemana de março. O IPC-S da terceira quadrissemana de março de 2025 subiu 0,72% e acumula alta de 4,67% nos últimos 12 meses. Nesta apuração, sete das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição para o resultado do IPC-S partiu do grupo Habitação cuja taxa de variação passou de 2,28%, na segunda quadrissemana de março de 2025 para 1,54% na terceira quadrissemana de março de 2025. Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Transportes (0,81% para 0,65%), Alimentação (1,49% para 1,39%), Despesas Diversas (0,56% para 0,22%), Comunicação (0,59% para 0,37%), Vestuário (0,24% para 0,09%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,57% para 0,53%). Em contrapartida, o grupo Educação, Leitura e Recreação (-1,74% para -1,56%) apresentou avanço em sua taxa de variação.
FGV informa Índice de Confiança Empresarial de março – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre) informa, às 8h, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) de março. O ICE caiu 0,3 ponto em fevereiro, para 94,7 pontos, o menor nível desde maio de 2024. Em médias móveis trimestrais, o índice recuou 0,8 ponto no mês. O Índice de Expectativas Empresariais (IE-E) recuou 0,3 ponto em fevereiro, atingindo 93,5 pontos. O Índice da Situação Atual Empresarial (ISA-E) também recuou 0,3 ponto em fevereiro, para 95,8 pontos.
S&P Global anuncia PMI industrial do Brasil de março – A S&P Global anuncia, às 10h (de Brasília), o Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial do Brasil de março. O PMI subiu de 50,7 pontos em janeiro para 53,0 pontos em fevereiro.
Tesouro realiza leilão tradicional de LFT e NTN-B – A Secretaria do Tesouro Nacional faz às 11h leilão tradicional de Letras Financeiras do Tesouro (LFT) e Notas do Tesouro Nacional Série B (NTN-B). As LFT vencem em 1º de março de 2028 e 1º de junho de 2031. As NTN-B, em 15 de agosto de 2028, 15 de agosto de 2032 e 15 de maio de 2045. A liquidação financeira dos papeis ocorrerá na quarta-feira.
S&P Global comunica PMI industrial da Espanha de março – A empresa S&P Global comunica, às 4h15 (de Brasília), o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor industrial de março na Espanha. A leitura anterior foi de 49,7 e a expectativa é de 50.
Presidente do BCE profere discurso – A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, profere discurso às 9h30 (de Brasília).
Presidente do Fed de Richmond participa de evento – O presidente do Federal Reserve (Fed) de Richmond, Tom Barkin, participa de evento às 10h (de Brasília).
S&P Global apresenta PMI industrial dos EUA de março – A S&P Global apresenta, às 10h45 (de Brasília), o dado final do índice de gerentes de compras (PMI) industrial dos EUA de março. A leitura anterior foi de 52,7. As expectativas de consenso são 49,8.
ISM publica atividade industrial dos EUA de março – O Instituto para Gestão da Oferta (ISM, na sigla em inglês) publica, às 11h (de Brasília), o índice de gerentes de compras (PMI) do setor industrial dos EUA de março. A leitura anterior foi de 50,3, com estimativa de 49,5.
EUA divulgam gastos com construção de fevereiro – O Departamento do Comércio dos EUA divulga, às 11h (de Brasília), o indicador de gastos com construção de fevereiro. A leitura anterior foi de queda de 0,2%, na margem. A expectativa é de alta de 0,3%.
EUA noticiam pesquisa de abertura de vagas em fevereiro – O Escritório de Estatísticas do Departamento de Trabalho dos EUA noticia, às 11h (de Brasília), a pesquisa de abertura de vagas Jolts referente a fevereiro. Em janeiro, foram abertas 7,74 milhões de vagas. Expectativa de abertura de 7,63 milhões.
Fed de Dallas publica índice de serviços de março – O Federal Reserve (Fed) de Dallas publica, às 11h30 (de Brasília), seu índice de serviços de março. Em fevereiro, o índice foi de 4,6. Expectativa: 5.
API divulga estoques de petróleo bruto nos EUA na semana – O Instituto Americano de Petróleo (API) divulga, às 17h30 (de Brasília), os dados de estoques de petróleo bruto nos EUA na semana até 28 de março. Na semana anterior, os estoques recuaram em 4,6 milhões de barris.
Lula recebe ministra do Meio Ambiente e presidente da COP30 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reúne com a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e o presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago. O encontro está agendado para as 11h, no Palácio do Planalto. Às 15h, Lula despacha com a ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara. E, às 15h30, participa de reunião do Conselho Nacional de Economia Solidária (CNES). O último compromisso da agenda do presidente é com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, às 17h, também no Planalto.
Plenário do Senado analisa participação popular em planejamento orçamentário – A proposta que garante a participação popular nas decisões de planejamento orçamentário é um dos itens em pauta no Plenário do Senado, que se reúne às 14h. O PLP 201/2019 é um incentivo ao envolvimento dos cidadãos na elaboração dos planos, Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDOs) e orçamentos. Também está na pauta do Plenário o PLC 134/2017. A proposta permite que recursos dos fundos constitucionais sejam destinados à economia criativa, que abarca produtos ou serviços desenvolvidos a partir de conhecimento, criatividade ou capital intelectual, com potencial de geração de renda e empregos. Entra no terceiro dia de discussão a proposta de emenda à Constituição (PEC) 2/2016, que reconhece o acesso ao saneamento básico como um direito constitucional.
Comissão do Senado vai debater tempo de descanso dos caminhoneiros – A Comissão de Infraestrutura (CI) do Senado promove, a partir das 9h, audiência pública para debater o descanso de caminhoneiros previsto em lei. Já confirmaram a participação na audiência Leonardo Silva Rodrigues, do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT); Diumar Bueno, da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA); Valdir de Souza Pestana, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres (CNTTT); e Sérgio João Wildner, representante dos caminhoneiros de Santa Catarina.
CPI das Bets do Senado ouvirá presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria – Às 11, a CPI das Bets do Senado tomará o depoimento do presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Antônio Geraldo da Silva. Ele deverá detalhar aos senadores os efeitos nocivos dos vícios em jogos.
Plenário da Câmara homenageia 60 anos do Banco Central – O Plenário da Câmara dos Deputados realiza, às 9h, sessão solene em homenagem ao 60 anos do Banco Central do Brasil, com a presença do presidente do BC, Gabriel Galípolo, e dos diretores de Fiscalização, Ailton de Aquino Santos; de Política Econômica, Diogo Guillen; de Regulação, Gilneu Vivan; de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta, Izabela Correa; de Política Monetária, Nilton David; de Organização do Sistema Financeiro e Resolução, Renato Gomes, e de Administração, Rodrigo Teixeira.
Haddad reúne-se com ministro das Finanças da França – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, prossegue em Paris (França), onde, às 11h30 (6h30 de Brasília), reúne-se com o ministro das Finanças da França, Eric Lombard. Às 12h30 (7h30), participa de almoço oferecido por Lombard com empresários franceses. Às 13h30 (8h30), participa de cerimônia de abertura dos Diálogos Econômicos Brasil-França. Às 14h (9h), concede entrevista coletiva à imprensa junto de Lombard.
Galípolo reúne-se com CEO do banco Master – O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, terá uma reunião com o CEO do banco Master, Daniel Vorcaro, às 11h. O diretor de Regulação, Gilneu Vivan, também estará presente. Galípolo ainda participa de sessão solene na Câmara dos Deputados em homenagem aos 60 anos do BC das 9h às 11h. Os diretores de Política Econômica, Diogo Guillen; de Regulação, Gilneu Vivan; de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta, Izabela Correa; de Política Monetária, Nilton David, e de Administração, Rodrigo Teixeira, também participam. Galípolo e o diretor de Assuntos Internacionais e Gestão de Riscos Corporativos, Paulo Picchetti, se reúnem com Manuel Wistano Orozco Scudero, diretor e analista principal de risco soberano do Brasil do Departamento de Risco Soberano e Subnacional da S&P Global Ratings; Lisa M. Schineller, diretora-executiva e analista líder do Departamento de Risco Soberano e Subnacional, e Raquel Lima Pereira de Araujo Leite, secretária do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda, às 14h30. Às 16h, Galípolo se reúne com o chairman do board do Banco Bocom BBM, Sun Xu; o presidente-executivo, Alexandre Lowenkron, e o vice-presidente executivo, Cassio von Gal.
Diretor do BC terá reunião com investidores organizada pelo BofA – O diretor de Política Econômica do Banco Central, Diogo Guillen, terá reunião com investidores internacionais organizada pelo Bank of America (BofA), às 16h. Logo depois, às 17h30, se reúne com membros do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Gilneu Vivan, de Regulação, se reúne com a presidente do Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional (CRSFN), Adriana Teixeira de Toledo.
Mercadante reúne-se com executivos da estatal chinesa Norinco – O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, estará no Rio de Janeiro. Às 10h, participa da cerimônia de abertura da 15ª edição da LAAD Defence & Security, o qual contará com a participação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. Às 12h30, terá reunião-almoço com Lewandowski. Às 14h, terá reunião com executivos da China North Industries Corporation (Norinco) – estatal chinesa do setor de defesa e indústria pesada, acompanhado do ministro Ricardo Lewandowski; do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e da Embaixada da China. Às 16h, terá reunião com Ignacio Lamothe, do Consejo Federal de Inversiones de Argentina; e Angeles Arano, chefe de Relações Internacionais.
01/04/2025 07:20:46
— Valor Econômico