Bolsa de Valores hoje: Acompanhe em tempo real as notícias do Ibovespa no dia 04/04/2025
Última Atualização: 04 abr. 2025, 21:03
CMA fará OPA para aquisição da totalidade da Santos Brasil
Solução em estudo para o Master envolve BTG, grandes bancos e FGC, dizem fontes
Galípolo vai se reunir neste sábado com CEOs de grandes bancos e FGC
AGENDA DE SEGUNDA-FEIRA: Focus e dirigente do Fed são destaque
SOBE E DESCE DAS AÇÕES: Brava tomba e Carrefour lidera altas
Sobe e Desce das Ações
EMPRESA | VARIAÇÃO | COMENTÁRIO |
Brava ON | -12,92% | Teve queda em mais um dia de tombo nos preços do petróleo. |
Vamos ON | -9,92% | Recuou. Hoje, analistas do. J. P. Morgan cortaram o preço-alvo dos papéis, de. R$ 10 para. R$ 8,50, reiterando a recomendação de compra. |
PetroReconcavo ON | -8,60% | Cedeu em mais um dia de tombo nos preços do petróleo. |
Carrefour ON | +10,77% | Teve alta. Ontem, a companhia atualizou as condições para a deslistagem das ações na bolsa brasileira, por meio da recompra ou da troca de todos os papéis pelo grupo controlador francês. Carrefour. |
Minerva ON | +0,15% | Subiu. Os analistas do. BTG Pactual observam que os. EUA são os principais destinos das exportações brasileiras de carne bovina e que, por esse motivo, o impacto de uma taxação na ordem de 10% deve ser limitado. |
– Valor Econômico
— Valor Econômico
GIRO DO MERCADO: Dólar opera nas máximas, a R$ 5,84, com pressão sobre moedas ligadas a commodities
O dólar à vista exibe supervalorização na tarde desta sexta-feira, com a moeda americana avançando cerca de 3,8% frente ao real, na maior alta diária da moeda americana desde novembro de 2022. A dinâmica reflete o mau humor dos agentes financeiros com moedas ligadas a preços de commodities, em um dia de queda generalizada nos valores desses bens. No exterior, o índice DXY também dispara. Já nos mercados acionários, as bolsas derretem em Wall Street, mas um “circuit braker” já não é passível de ser acionado, dada a proximidade do fim da sessão.
Perto das 16h20, o dólar à vista era negociado em alta de 3,83%, cotado a R$ 5,8440, enquanto o euro comercial apreciava 3,03%, a R$ 6,3923. No exterior, o índice DXY exibia alta de 0,97%, aos 103,067 pontos. O dólar ainda avançava 4,85% ante o dólar australiano, 3,66% ante o dólar neozelandês e 4,05% contra a coroa norueguesa. No mercado acionário, o S&P 500 despencava 5,66%, aos 5.125,50 pontos, enquanto no Brasil o Ibovespa perdia 3,09%, aos 127.022 pontos.
04/04/2025 16:29:31
— Valor Econômico
BTG diz em comunicado ao mercado que não fez due diligence nos ativos do Master
Agenda BC: Galípolo abre solenidade de premiação dos Top 5, na segunda, às 9h
Dois fundos de pensão estaduais do Rio têm R$ 1,2 milhão em LFs do Master
FECHAMENTO: Juros futuros superam pressão do câmbio e encerram com forte queda
Os juros futuros encerraram o pregão desta sexta-feira em forte queda, devolvendo a pressão observada no começo da tarde por conta da forte desvalorização do real contra o dólar americano. Apesar do câmbio depreciado sugerir uma inflação mais pressionada, os investidores acabaram focando na perspectiva de desaceleração da economia global após as medidas retaliatórias da China contra as tarifas impostas pelos Estados Unidos acenderem o alerta para uma possível recessão.
Assim, no fim do pregão, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 anotou queda de 14,785%, do ajuste anterior, para 14,665%; a do DI de janeiro de 2027 recuou de 14,405% a 14,19%; a do DI de janeiro de 2029 oscilava de 14,175% a 14,03%; e a do DI de janeiro de 2031 subia de 14,42% para 14,35%.
Nos Estados Unidos, a taxa da T-note de dois anos encerrou o pregão em baixa de 3,70% a 3,668%, enquanto o rendimento do título de dez anos do Tesouro americano baixava de 4,033% para 4,009%. Ambas as taxas ficaram distantes das mínimas intradiárias de de 3,473% e 3,864%, respectivamente.
04/04/2025 18:11:01
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Ibovespa derrete quase 3% com fuga global de ativos de risco
Depois de apresentar certa resiliência na sessão de ontem, a nova rodada de fuga de ativos de risco ao redor do mundo atingiu em cheio o Ibovespa, que derreteu 2,96%, aos 127.256 pontos. Ao longo do dia, o índice oscilou entre os 126.466 pontos e os 131.139 pontos. Investidores acionaram o botão de cautela depois que a China anunciou tarifas retaliatórias de 34% sobre produtos importados americanos, o que intensificou temores de uma desaceleração mundial e voltou a afetar os preços de commodities. No acumulado da semana, o índice recuou 3,52%.
Em Nova York, as bolsas caíram quase 6% e, no fim da sessão, o VIX, índice que mede o nível de estresse nos mercados americanos, subia 44,84%, a 43,48 pontos.
As preocupações com a perda de força da economia global afetaram diretamente as ações de commodities. Pelo segundo pregão seguido, as ações da Vale e da Petrobras sofreram duras perdas. As PN da petroleira caíram 4,03%, enquanto as ON cederam 4,19%, em mais um dia em que os contratos futuros de petróleo despencaram mais de 7%. Já os papéis da mineradora contraíram 3,99%. Com isso, o valor de mercado da Vale chegou a R$ 238,8 bilhões, montante que não visto desde janeiro deste ano.
Entre as maiores quedas ficaram os papéis da Brava, que cederam 12,92%. Já na ponta contrária, as ações do Carrefour foram umas das poucas a disparar na sessão, com uma alta de 10,77%. Ontem, a varejista atualizou as condições para a deslistagem das ações na bolsa brasileira, por meio da recompra ou da troca de todos os papéis pelo grupo controlador francês Carrefour.
O volume financeiro do índice na sessão foi bem mais elevado do que a média diária vista neste ano e ficou em R$ 23,2 bilhões. Já na B3, o giro financeiro bateu R$ 31,7 bilhões. Em Wall Street, a sangria foi ainda maior: o S&P 500 caiu 5,97%; o Nasdaq tombou 5,82%; e o Dow Jones teve queda de 5,50%.
04/04/2025 17:28:47
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Bolsas de NY têm pior semana desde a crise de covid em 2020, após retaliação tarifária da China
As principais bolsas de Nova York despencaram no pregão desta sexta-feira (04), registrando seu pior desempenho desde março de 2020, início da crise da covid-19, de acordo com informações da Dow Jones. Os mercados amargaram perdas após a China anunciar ainda no começo do dia tarifas retaliatórias contra os Estados Unidos.
No fechamento, o índice Dow Jones cedeu 5,50%, aos 38.314,86 pontos, enquanto o S&P 500 registrou queda de 5,97%, aos 5.074,08 pontos, próximo às mínimas do dia. Já o Nasdaq despencou 5,82%, aos 15.587,79 pontos. Na semana, a depreciação foi de -7,92%, -9,11% e -10,02%, respectivamente.
No dia, os setores mais prejudicados foram os de energia (-8,7%), finanças (-7,39%) e tecnologia (-6,33%). As ações de empresas de tecnologia foram o destaque negativo, especialmente para os ativos da Tesla (-10,42%), Arm Holdings (-10,24%) e Nvidia (-7,36%). A chinesa PDD Holdings despencou 8,32%.
Os analistas do Goldman Sachs, liderados por Xinquan Chen, apontam que o impacto no crescimento e na inflação das medidas retaliatórias de hoje são limitados para a China. Ainda assim, a mudança de estratégia do país para uma postura retaliatória indica o aumento dos riscos de uma maior escalada nos conflitos comerciais entre os países.
“No que diz respeito à política doméstica, continuamos a esperar um afrouxamento da política fiscal como um importante suporte para compensar os obstáculos ao crescimento provenientes das tarifas dos EUA. Como mencionado anteriormente, vemos a depreciação da moeda como uma ferramenta cara e menos eficaz para compensar os desafios ao crescimento causados pelas tarifas dos EUA”.
Os economistas também apontam que a implementação das tarifas recíprocas pelo governo Trump devem ter um impacto negativo no Produto Interno Bruto (PIB) do país. Já para a China, o Goldman estima que as tarifas adicionais de 34% poderiam representar um risco de 50 pontos-base para a inflação ao produtor (PPI) do país.
04/04/2025 17:19:51
— Valor Econômico
FECHAMENTO: Dólar dispara 3,68% e volta a R$ 5,83 em dia de estresse por temor de recessão global
O dólar à vista reverteu toda a perda de ontem e ainda recuperou parte das desvalorização observada nas semanas anteriores, retomando o nível observado em meados de março. O temor de que o “tarifaço” promovido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, gere retaliações dos países afetados se intensificou hoje, , que fortificaram a preocupação com uma recessão da economia global.
No fim dos negócios, o dólar comercial era negociado em alta de 3,68%, na maior valorização diária desde 10 de novembro de 2022, cotado a R$ 5,8355, próximo da máxima de R$ 5,8450 e distante da mínima de R$ 5,6991. No acumulado da semana, o avanço da moeda americana foi mais contido, de 1,32%, devido à . Já o euro comercial exibiu valorização de 2,92% e terminou o pregão negociado a R$ 6,3858, avançando 2,41% na semana.
Os temores relativos a uma recessão global afetaram em cheio os preços de commodities, que sofreram um tombo de forma generalizada e pressionaram as moedas de mercados ligados às exportações das matérias-primas. O real, sensível aos preços do petróleo, do minério de ferro e das agrícolas, registrou o terceiro pior desempenho do dia, atrás, somente, dos pares na exportação de commodities: o dólar australiano e a coroa norueguesa.
04/04/2025 17:15:02
— Valor Econômico
Em meio ao tombo das bolsas de NY, Trump diz que “é um ótimo momento para ficar rico”
FECHAMENTO: Petróleo tomba na sessão e acumula desvalorização de mais de 10% na semana
Os contratos futuros do petróleo tiveram mais um dia de forte queda nesta sexta-feira, acumulando uma desvalorização de mais de 10% na semana, com o mercado digerindo o anúncio de tarifas pelo presidente americano Donald Trump e a escalada de tensões comerciais, o que pode afetar a demanda global pela commodity. Em meio ao mau humor do mercado, a Opep+ também anunciou que irá aumentar a oferta de petróleo em maio, o que agravou a queda nos preços.
No fechamento, o petróleo tipo Brent (referência mundial) com vencimento em junho teve queda de 6,50%, cotado a US$ 65,58 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE), e o WTI (referência americana) caiu 7,41%, a US$ 61,99, na New York Mercantile Exhange (Nymex). Na semana, as perdas foram de 10,93% e 10,63%, respectivamente.
04/04/2025 16:17:36
— Valor Econômico
J.P. Morgan aposta em juros mais baixos no Brasil após tarifas dos EUA
Mercado aposta em manutenção de juros pelo Fed em maio após ‘payroll’ forte
BC promove evento sobre inovação tecnológica em finanças, no dia 30 de abril
FECHAMENTO: Ouro tem forte queda com tarifas retaliatórias da China e venda de ativos globais
Os contratos futuros de ouro caíram nesta sexta-feira em linha com a maior parte dos ativos globais, em reação ao anúncio de que a China irá impor uma tarifa de 34% sobre todos os produtos importados dos Estados Unidos. Neste contexto, os agentes financeiros estão vendendo suas posições do metal precioso, que tem acumulado consecutivos recordes de cotação em meio às incertezas comerciais e geopolíticas.
No fechamento, os contratos futuros de ouro para junho registraram queda de 2,76% a US$ 3.035,4 por onça-troy na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). O forte desempenho do dólar na sessão também empurra o preço do metal precioso para baixo. O DXY, índice que mede o desempenho do dólar norte-americano frente a uma cesta de moedas estrangeiras, avança 1,15% no dia.
A queda acentuada dos contratos futuros de petróleo, de mais de 7% até o momento, também influencia no preço do ouro. Ambas as commodities são comumente vendidas nas mesmas cestas e, dessa forma, quando uma delas tem uma forte desvalorização, isso pode influenciar na cotação da outra.
Ainda assim, o Goldman Sachs reitera sua projeção positiva para o ouro no ano, destacando o fluxo de compra para o metal precioso por bancos centrais e pela maior demanda de ETFs, mantendo a previsão em US$ 3.300/toz.
“Vemos isso – assim como outras quedas potenciais no mercado de ouro – como uma oportunidade para os investidores comprarem ouro, que continua sendo nossa visão de maior convicção em commodities”, disseram os economistas do banco.
04/04/2025 14:59:15
— Valor Econômico
GIRO DO MERCADO: Wall Street amplia perdas em dia de forte aversão a risco e dólar à vista vai às máximas
As bolsas em NY ampliaram as perdas durante a tarde desta sexta-feira, em um dia de forte aversão a risco nos mercados. Temores relativos a uma desaceleração mais profunda da economia global ativaram a cautela dos investidores, especialmente após a China anunciar tarifas retaliatórias sobre os produtos importados dos EUA.
Por volta das 14h20, o Nasdaq tinha queda de 5,15%, o S&P 500 caía 5,02%, e o Dow Jones recuava 4,38%.
Já o dólar à vista continuava exibindo forte valorização frente ao real e ia às máximas, com um avanço de 3,72%, a R$ 5,8377. A divisa brasileira está entre as cinco piores do dia, ao lado dos dólares neozelandês e australiano e da coroa norueguesa (todas mais sensíveis aos preços de commodities, que hoje têm queda generalizada).
No mesmo horário, o índice DXY, que mede a força do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, ampliava a valorização e avançava 1,02%, aos 103,117 pontos.
O Ibovespa, por sua vez, despencava 3,11%, aos 127.067 pontos, com perdas expressivas em ações de commodities, como Vale e Petrobras. As ações da mineradora recuavam 4,81%, enquanto as PN da petroleira cediam 5,50%.
Já os juros futuros registravam queda na maioria dos vencimentos. No horário acima, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 recuava de 14,785%, do ajuste anterior, para 14,765%.
04/04/2025 14:47:13
— Valor Econômico
Para avançar no segmento de alta renda, Santander AAA cria IA que hiperpersonaliza análise do cliente
Commodities metálicas recuam com força com retaliação da China aos EUA
Ouro aprofunda perdas em meio a "sell-off" de ativos globais
S&P coloca ratings do BRB em revisão após acordo para comprar Master
Powell: É muito cedo para dizer qual será o caminho apropriado para a política monetária
GIRO DO MERCADO: Aversão a risco se intensifica; dólar salta 3% e Ibovespa toca os 126 mil pontos
O movimento global de venda de ativos de risco se intensificou no fim da manhã desta sexta-feira e provocou perdas ainda mais robustas nos principais mercados do Brasil. Temerosos com uma guerra comercial após a China retaliar as tarifas impostas pelos Estados Unidos, os investidores correm para a segurança do dólar e reduzem drasticamente a exposição nos mercados acionários ao redor do mundo.
A forte aversão ao risco provoca uma queda acentuada no Ibovespa, que recuava 2,97%, aos 127.241 pontos, por volta de 12h10, após tocar a mínima intradiária de 126.466 pontos. A escalada da guerra comercial global levanta dúvidas sobre a demanda por commodities, pressionando as ações ordinárias da Petrobras e da Vale, que caem 5,87% e 4,32%, respectivamente, devido à desvalorização dos preços do petróleo e do minério de ferro no mercado internacional.
Os contratos futuros do tipo Brent para entrega em junho caíam 6,39%, a US$ 65,64 por barril na Intercontinental Exchange (ICE). Já o petróleo WTI para maio recuava 7,33%, a US$ 62,01, na New York Mercantile Exchange (Nymex).
No mercado à vista de câmbio, o dólar comercial disparava 2,93%, a R$ 5,7933, após tocar a máxima intradiária de R$ 5,8228. O euro comercial subia 2,61%, a R$ 6,3668. O movimento da taxa de câmbio doméstica segue a apreciação global do dólar, com o índice DXY (que mede a força da moeda americana ante seis pares) subindo 0,45%, aos 102,528 pontos.
Pressionados pela forte desvalorização do real, os juros futuros reduziram o ritmo de queda, mas ainda exibem forte recuo, seguindo o movimento global diante da perspectiva de uma desaceleração acentuada da atividade econômica. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2027 caía de 14,405%, do ajuste anterior, para 14,295%, e a da T-note americana de dez anos cedia de 4,033% para 3,959%.
04/04/2025 13:32:04
— Valor Econômico
Morre o ex-diretor do BC Claudio Mauch
FECHAMENTO: Bolsas europeias despencam com retaliação tarifária da China
Os principais índices acionários da Europa fecharam esta sexta-feira (04) em queda livre, estendendo o movimento visto ontem, após a China anunciar que irá impor uma tarifa de 34% sobre todos os produtos importados dos Estados Unidos em retaliação à nova política comercial dos Estados Unidos, anunciada por Donald Trump no meio da semana.
No fechamento, o índice pan-europeu Stoxx 600 recuou 5,01%, aos 496,91 pontos. O FTSE100 de Londres caiu 4,86%, aos 8.063,12 pontos, enquanto o DAX desvalorizou 4,79%, aos 20.676,47 pontos, o CAC 40 cedeu 4,26%, aos 7.274,95 pontos e o FTSE MIB teve queda de 6,53%, aos 34.649,22 pontos.
O setor financeiro foi um dos mais prejudicados na Europa neste pregão. O índice Stoxx de bancos registrou queda de 8,52%, com destaque para a desvalorização das ações do Deutsche Bank (-10,24%), UBS (-4,64%), Santander (-8,85%) e Barclays (-7,92%).
Os economistas do Goldman Sachs revisaram para baixo sua previsão de crescimento de lucro por ação (EPS) do Stoxx 600 (SXXP), após os rebaixamentos nas previsões de crescimento do PIB da zona do euro. “Esperamos uma queda de 2,5% para o Stoxx nos próximos 3 meses e um crescimento de EPS de 2% em 2025. Mantemos essas previsões mais baixas para o SXXP, mas nós e nossos economistas vemos riscos para baixo nas nossas respectivas previsões de EPS e PIB para 2025”, apontam.
O Goldman Sachs também rebaixou sua recomendação para empresas de serviços financeiros na Europa para neutro, considerando que o aumento na atividade de fusões e aquisições que a maioria dos participantes do mercado esperava para 2025 não ocorreu.
Por outro lado, os economistas mantêm sua recomendação de compra para as ações ligadas ao setor bancário, de defesa e tecnologia. “O cenário base de nossos economistas é de que a Europa não entrará em recessão, por isso queremos manter alguma cíclicalidade. Os bancos têm pouca exposição às tarifas, o setor de defesa está positivamente correlacionado aos riscos tarifários e subiu 3% na quinta-feira, e tecnologia continua sendo uma das áreas de crescimento mais rápido na Europa”, disseram.
04/04/2025 13:05:51
— Valor Econômico
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GIRO DO MERCADO: Tensões comerciais derrubam ativos globais, mesmo após payroll positivo
Os dados de emprego dos Estados Unidos surpreenderem positivamente, mas não afastaram os temores de desaceleração econômica em meio ao aumento das tensões comerciais globais, após a China anunciar tarifas retaliatórias a produtos americanos. A economia dos Estados Unidos criou 228 mil empregos em março deste ano, acima do consenso de 140 mil.
Por volta de 10h, o índice futuro atrelado ao Dow Jones caía 2,40%; o do S&P 500 recuava 2,30% e o do Nasdaq tinha queda de 2,42%. O rendimento da T-note de 10 anos caía abaixo de 4%, para 3,937%, de 4,003% no ajuste anterior. Já o índice DXY – que mede a relação entre o dólar e uma cesta de moedas de países desenvolvidos – avançava 0,22% a 102,29 pontos.
No Brasil, os mercados mantiveram níveis similares, em geral, aos observados antes da divulgação dos dados do “payroll.” No horário mencionado, o dólar comercial exibia forte valorização de 1,93%, a R$ 5,7369, enquanto o Ibovespa futuro despencava 2,04%, a 129.105 pontos.
No mercado de juros futuros, as taxas seguiram a tendência dos Treasuries e reduziram a intensidade de queda, mas ainda apresentam um ritmo relevante de baixa. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2027 caía de 14,405% a 14,265%, após tocar a mínima intradiária de 14,11% – menor nível desde dezembro passado.
04/04/2025 10:09:31
— Valor Econômico
China anuncia tarifa de 34% sobre todos os produtos importados dos EUA
ABERTURA: Bolsas de Nova York despencam com tarifas retaliatórias da China
As principais bolsas de Nova York estendem o movimento de queda visto ontem na medida em que a do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Os agentes financeiros também reagiram, mas em menor escala, a divulgação do payroll, os dados do mercado de trabalho americano.
Perto da abertura dos negócios, o índice Dow Jones caía -2,37%, aos 39.584,30 pontos, enquanto o S&P 500 cedia -2,44%, aos 5.264,62 pontos. A maior queda era do Nasdaq, que desvalorizava -3,04%, aos 16.048,18 pontos. O movimento de baixa no início do pregão vai de acordo com o comportamento das bolsas europeias, asiáticas e do Ibovespa.
No front de dados, o “payroll” mostrou que a , acima do consenso do mercado de 140 mil vagas. A taxa de desemprego subiu para 4,2% em março, de 4,1% em fevereiro, de acordo com o Departamento do Trabalho americano.
Em meio ao estresse do mercado com a guerra comercial, os dados do “payroll” ao menos indicam um mercado de trabalho americano saudável antes da implementação de tarifas ‘recíprocas’ pelos Estados Unidos, aponta Ali Jaffery, economista sênior do CIBC Capital Markets.
“O Fed não vai se contentará muito com esses números anteriores a 2 de abril. O que importa agora é por quanto tempo as tarifas ‘recíprocas’ do governo permanecerão em vigor. Esse conjunto de tarifas significa uma resposta de inflação maior e provavelmente mais rápida do que até mesmo alguns dos cenários mais adversos que os analistas estavam pensando”, disse Jaffery.
04/04/2025 10:40:17
— Valor Econômico
ABERTURA: Ibovespa tem forte queda com escalada de guerra comercial entre China e EUA; Petrobras cai 4%
O Ibovespa opera em forte queda nesta sexta-feira, acompanhando o movimento negativo das bolsas globais. O índice é pressionado pela escalada da guerra comercial entre China e Estados Unidos, após o gigante asiático anunciar tarifas retaliatórias de 34% sobre produtos americanos. O aumento da aversão ao risco provoca uma queda generalizada nas ações, com destaque para os papéis ligados a commodities, como Petrobras e Vale.
Por volta das 10h30, o índice recuava 2,35%, aos 128.059 pontos. A mínima do dia até agora foi de 127.660 pontos, enquanto a máxima atingiu os 131.139 pontos. O volume projetado do índice era de R$ 28 bilhões. No exterior, o S&P 500 tinha queda de 2,35% e o Stoxx 600 caía 4,66%.
As ações ordinárias e preferenciais da Petrobras afundavam 4,03% e 4,14%, respectivamente, diante da desvalorização de 7% do preço do petróleo no mercado internacional. As ações ON da Vale recuavam 2,57%, enquanto o papel PN do Itaú perdia 1,50% e as units do BTG cediam 2,53% devido às preocupações com uma desaceleração mais intensa da economia global.
04/04/2025 10:38:57
— Valor Econômico
BC lança consulta sobre regulamentação de pagamentos por carteiras digitais
PRÉ-ABERTURA: Bolsas devem abrir em queda com escalada da tensão comercial após China anunciar retaliação
Os futuros dos principais índices de Nova York operam em forte queda antes da abertura, sugerindo que esta sexta-feira será mais um dia de perdas, enquanto o mercado assimila o impacto das tarifas anunciadas por Donald Trump aos parceiros comercias dos Estados Unidos e os desdobramentos. Em retaliação, a China anunciou uma taxa de 34% sobre produtos americanos e adicionou mais empresas dos EUA às suas listas de entidades não confiáveis, contribuindo para a escalada de tensões e piorando o humor dos investidores.
“Foi uma resposta agressiva e escalatória, que dificulta bastante a possibilidade de um acordo de curto prazo para encerrar a guerra comercial entre as duas superpotências”, apontam economistas da Capital Economics, em nota.
Por volta das 10h (de Brasília), o índice futuro atrelado ao Dow Jones tinha queda de 2,48%, o S&P 500 recuava 2,31% e o Nasdaq cedia 2,37%. Entre as ações no pré-mercado, a Apple (-3,97%) e a Nvidia (-2,87%) operavam no negativo, à medida que ambas concentram parte de sua cadeia de produção na China.
As bolsas apresentaram uma leve melhora após a divulgação do relatório de empregos (“payroll”) de março, que mostrou que a economia americana criou mais vagas do que o esperado, sugerindo que, apesar do temor de que as tarifas afetem o crescimento, os dados ainda mostram uma economia aquecida.
Segundo o “payroll”, a economia americana criou 228 mil postos de trabalho em março, bem acima do consenso de 140 mil dos analistas consultados pelo The Wall Street Journal. A taxa de desemprego subiu para 4,2%, ante estimativa média de 4,1%. Após a divulgação dos dados, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de outras seis moedas fortes, e os rendimentos dos treasuries também diminuíram as quedas.
Ainda no cenário macro, o mercado acompanha o discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, a partir das 12h25, que pode dar alguma pista de como o banco central americano vê as tarifas comunicadas por Trump. Esse será o primeiro posicionamento de Powell após o anúncio. Até então, ele e boa parte dos dirigentes do Fed vinham reforçando uma postura de cautela até que se soubesse mais detalhes sobre os planos tarifários do republicano.
04/04/2025 10:10:13
— Valor Econômico
ADRs de empresas chinesas despencam antes da abertura dos negócios em NY
PRÉ-ABERTURA: Ibovespa deve recuar com forte aversão a risco diante de escalada de guerra comercial
O Ibovespa deve abrir em queda nesta sexta-feira, refletindo o aumento da aversão ao risco causado pela escalada da guerra comercial. A China anunciou tarifas retaliatórias de 34% contra os Estados Unidos, a partir de 10 de abril, intensificando os temores de desaceleração da economia global. As preocupações com a demanda por commodities podem pressionar as ações da Vale e da Petrobras, que já registraram perdas ontem, impedindo o avanço do índice à vista.
Por volta das 9h40, o Ibovespa futuro afundava 1,93% aos 129.255 pontos. No mesmo horário, o futuro do S&P 500 tombava 2,39% e o Stoxx 600 tinha queda de 4,66%. O fundo de índice EWZ, que espelha o mercado brasileiro em Wall Street, perdia 3,91% no pré-mercado em Nova York, os recibos de ações (ADRs) da Vale caíam 5,95% e os da Petrobras perdiam 5,08%.
O petróleo do tipo Brent para entrega em junho caía 7,29% a US$ 62,04 por barril na Intercontinental Exchange (ICE). Já o petróleo WTI para maio recuava 6,39% a US$ 65,65, na New York Mercantile Exchange (Nymex). A queda deve se refletir não apenas nas ações da Petrobras, como também de outras petroleiras. Ontem, excluídas as ações da estatal e da Vale, o Ibovespa teria avançado 1%, segundo o Valor Data.
As bolsas europeias também desabam nesta manhã, com destaque para as ações de bancos, que registram as maiores perdas. O movimento de pânico no setor pode atingir os papéis de bancos brasileiros.
Os investidores devem repercutir os números do “payroll”, o relatório oficial do mercado de trabalho dos EUA, que mostrou a criação de 228 mil vagas em março, ante previsão de 140 mil.
“Hoje pela manhã estávamos com uma leitura muito ruim do mercado sobre atividade e aumentando a chance de corte de juros em maio. Isso dificulta, claro, o trabalho do Banco Central americano, mas ainda acho que o Fed vem com pelo menos um corte ainda neste primeiro semestre”, avalia o estrategista-chefe da RB Investimentos, Gustavo Cruz.
04/04/2025 09:52:43
— Valor Econômico
EUA criam 228 mil vagas de trabalho em março; consenso: 140 mil
ABERTURA: Juros futuros têm forte queda com expectativa de desaceleração global após retaliação da China
Os juros futuros iniciaram o pregão voláteis, com alguma pressão na ponta longa, em meio à adição de prêmio de risco após a China anunciar uma tarifa retaliatória de 34% a importações dos Estados Unidos. Com a expectativa de que uma guerra comercial derrube o crescimento da economia global, as taxas caem em todo o mundo, com o movimento concentrado na ponta curta da curva a termo brasileira, que passa a precificar uma política monetária ainda mais branda pelo Banco Central nos próximos anos.
Por volta de 9h25, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2026 caía de 14,785% do ajuste anterior para 14,64%; a do DI de janeiro de 2027 despencava de 14,405% a 14,16%; a do DI de janeiro de 2029 cedia de 14,175% a 14,055%; e a do DI de janeiro de 2031 recuava de 14,42% para 14,37%.
Nas mínimas intradiárias, as taxas dos DIs de janeiro de 2027 e 2029 tocaram os níveis de 14,11% e 13,995%, respectivamente, os menores desde dezembro do ano passado.
Nos Estados Unidos, a taxa da T-note de dois anos também exibia forte queda, de 3,70% a 3,519%, enquanto o rendimento do título de dez anos do Tesouro americano baixava de 4,033% para 3,891%.
Embora a ameaça de guerra comercial deva concentrar as atenções dos agentes hoje, o dia ainda reserva os dados oficiais do mercado de trabalho americano, que serão divulgados às 9h30 com o “payroll” de março, e um discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), no começo da tarde.
04/04/2025 09:29:51
— Valor Econômico
Mercado prevê cinco cortes de juros nos EUA em 2025, diz FedWatch Tool
Índice de volatilidade VIX dispara com aumento de tensões comerciais globais
Dólar avança frente a moedas emergentes após retaliação tarifária da China
ABERTURA: Dólar à vista inicia sessão em forte alta, com retaliação chinesa a tarifas de Trump e dados dos EUA no foco
O dólar à vista iniciou as negociações desta sexta-feira exibindo forte valorização frente ao real, em uma dinâmica bastante semelhante à observada em outros mercados emergentes. Após a forte queda da moeda americana ontem, hoje ocorre um ajuste de movimentos excessivos, em meio à avaliação dos investidores sobre as retaliações ao tarifaço de Donald Trump, em especial as .
Ao longo da manhã, os agentes devem acompanhar os números do mercado de trabalho dos Estados Unidos, no “payroll” relativo ao mês de março. No dia, atenção também a declarações do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell.
Perto das 9h10, o dólar à vista exibia valorização de 1,92%, cotado a R$ 5,7366, enquanto o euro comercial tinha apreciação de 2,26%, cotado a R$ 6,3442. No exterior, o índice DXY recuava 0,09%, aos 101,99 pontos.
O real estava entre as cinco moedas com piores desempenhos entre as 33 mais líquidas acompanhadas pelo Valor, ao lado de outras divisas ligadas a commodities e ao peso mexicano. No horário acima, o dólar apreciava 2,14% contra a moeda do México e 1,72% ante o rand sul-africano.
04/04/2025 09:13:06
— Valor Econômico
Futuros de NY aprofundam perdas após retaliação da China com tarifas sobre produtos dos EUA
PRÉ-ABERTURA: Retaliação da China a ‘tarifaço’, ‘payroll’ e Powell orientam juros e câmbio
Passada a primeira reação dos agentes financeiros com as medidas tarifárias adotadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, hoje o câmbio brasileiro deve reagir à retaliação da China às tarifas americanas na mesma proporção, de 34% sobre os produtos importados. O dólar exibe forte apreciação contra divisas de mercados emergentes, avançando 1,05% ante o florim húngaro, 1,70% ante o peso mexicano e 1,74% contra o rand sul-africano. Já no mercado de juros, os rendimentos dos títulos do Tesouro americano ampliam a queda, com o retorno do papel de dez anos caindo de 4,033% para 3,893%, e o rendimento do título de dois anos recua de 3,700% para 3,533%.
A incerteza dos investidores sobre os efeitos das tarifas na economia pode se potencializar com mais dúvidas sobre a força do mercado de trabalho com os dados a serem divulgados às 9h30 (horário de Brasília) sobre a geração de postos nos Estados Unidos. A expectativa de economistas consultados pelo “The Wall Street Journal” é de geração de 140 mil vagas no mês de março. Números mais fracos podem ampliar a queda dos rendimentos dos Treasuries e conter a recuperação do dólar. Evidentemente que os dados de desemprego e de ganhos salariais também serão monitorados e podem ofuscar a geração de vagas.
É com esse pano de fundo também que o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, participa de evento nesta sexta-feira e, por isso, a atenção também se volta às declarações do dirigente. Um discurso menos conservador pode ajudar a alimentar a expectativa de mais cortes de juros pelo BC americano neste ano. O tom de cautela e vigilância, no entanto, é o que se espera neste momento de incerteza.
Em uma sexta-feira bastante agitada e com bastante ‘drivers’ (guias) do cenário global, questões locais ficam um pouco em segundo plano. Por aqui, medidas de retaliação do Brasil às tarifas de Trump estão no radar dos agentes financeiros, enquanto os participantes do mercado também mantém atenção na pauta econômica, após o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) oficializar ontem o nome de seu antecessor na Casa, Arthur Lira (PP-AL), como relator do projeto de isenção do Imposto de Renda para salários até R$ 5.000. Após o anúncio, o partido de Lira apresentou uma proposta alternativa à do governo para compensar a isenção.
Da parte mais técnica, cabe lembrar que ontem a posição líquida do investidor estrangeiro comprada em dólar (aposta na valorização da moeda americana) no mercado de derivativo voltou a cair, desta vez para o menor patamar em quase 2 anos, em torno de US$ 35,8 bilhões, segundo dados da B3. Alguma correção do desmonte recente pode pesar também nas negociações de hoje e dar impulso ao dólar.
04/04/2025 08:40:15
— Valor Econômico
Guerra comercial pressiona ativos brasileiros no exterior e ADRs da Petrobras afundam 5%
Rendimentos dos Treasuries têm forte queda e taxa de 10 anos fica abaixo de 4% com maior temor de recessão
Ouro opera em alta com maior demanda por segurança após tarifas retaliatórias da China
Bolsas da Europa desabam após China anunciar tarifas contra os EUA; bancos têm fortes perdas
Petróleo aprofunda perdas e recua mais de 6% após China anunciar tarifas retaliatórias
FECHAMENTO: Bolsas da Ásia recuam em linha com movimento global de aversão ao risco; Tóquio cai quase 3%
As bolsas da Ásia fecharam em queda nesta sexta-feira e tiveram perdas fortes na semana, em linha com um movimento global de aversão ao risco após as tarifas recíprocas anunciadas por Donald Trump aumentarem as tensões comerciais e preocupações com uma desaceleração econômica global. Os mercados chineses permaneceram fechados devido a um feriado.
O índice Nikkei 225 do Japão fechou o pregão em queda de 2,75% a 33.780,58 pontos, seu menor nível em oito meses, e o índice Kospi da Coreia do Sul caiu 0,86% a 2.465,42 pontos. No acumulado da semana, o Nikkei caiu 9%, o Kospi teve baixa 3,65%, o Hang Seng de Hong Kong recuou 2,46% e o Xangai Composto da China continental caiu 0,28%.
Trump anunciou uma tarifa recíproca de 24% sobre o Japão, e combinada com taxas de 25% sobre carros, o impacto direto no Produto Interno Bruto (PIB) japonês por meio das exportações será de queda de 0,4 ponto percentual, escrevem os economistas do Citi Johanna Chua e equipe, em relatório.
“No entanto, acreditamos que o impacto será maior, dado que as tarifas recíprocas dos Estados Unidos sobre outros países, maiores do que o esperado, prejudicarão a economia global e que também são esperados efeitos colaterais no investimento empresarial doméstico.” Se as tarifas atuais forem mantidas, o Citi vê chance maior de o próximo aumento de juros pelo Banco do Japão (BoJ) ser adiado de junho, seu cenário base, para julho.
04/04/2025 07:39:38
— Valor Econômico
AGENDA DO DIA: Payroll, Powell e balança comercial do Brasil são destaque
Os investidores devem acomapanhar o relatório de empregos (“payroll”) dos Estados Unidos referente a março nesta sexta-feira. A participação do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, em evento também será monitorada.
No Brasil, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) apresenta o resultado da balança comercial referente a março.
Veja, abaixo, os destaques desta sexta-feira:
FGV informa IGP-DI de março – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) informa, às 8h, o Índice Geral de Preços – Disponibilidade (IGP-DI) de março. O IGP-DI subiu 1,00% em fevereiro. No mês de janeiro, a taxa havia sido de 0,11%. Com este resultado, o índice acumula alta de 1,11% no ano e 8,78% em 12 meses. Em fevereiro de 2024, o IGP-DI havia caído 0,41% e acumulava queda de 4,04% em 12 meses. Em fevereiro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 1,03%, registrando um avanço expressivo em comparação à taxa de 0,03% observada em janeiro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou alta de 1,18% apresentando aceleração em relação ao mês anterior, quando o índice subiu 0,02%. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,40%, porém inferior à taxa de 0,83% observada em janeiro. O Núcleo do IPC registrou taxa de 0,48% em fevereiro, repetindo o resultado apurado no mês anterior.
FGV informa Índice de Variação de Aluguéis Residenciais de março – O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-Ibre) informa, às 8h, o Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (Ivar/FGV) de março. O Ivar de fevereiro de 2025 apresentou uma alta de 1,81%, desacelerando o movimento de alta registrado em janeiro. Esse resultado contribuiu para aumentar marginalmente a variação acumulada em 12 meses para 8,01% em fevereiro de 2025, visto que em fevereiro do ano anterior os preços registraram alta de 1,79%. A variação acumulada em 12 meses, representou uma taxa 0,02 ponto percentual maior em relação aos 7,99% reportados em janeiro de 2025.
Secex apresenta balança comercial de março – A Secretaria de Comércio (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) apresenta, às 15h, o resultado da balança comercial referente ao mês de março. A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,11 bilhão na terceira semana de março. O valor é resultado de US$ 6,426 bilhões em exportações e US$ 5,313 bilhões em importações, no período. Em março, a balança acumula superávit de US$ 5,88 bilhões e, no ano, tem saldo positivo de US$ 7,81 bilhões.
Alemanha comunica encomendas à indústria em fevereiro – O Ministério da Economia da Alemanha comunica, às 3h (de Brasília), o indicador de encomendas à indústria de fevereiro. A leitura anterior foi de baixa de 7,0%, na margem, com expectativa de alta de 3,5%.
EUA comunicam payroll de março – O Departamento do Trabalho dos EUA comunica, às 9h30 (de Brasília), o relatório de folhas de pagamento (payroll) não agrícolas dos EUA, que inclui o saldo líquido do número de novos postos de trabalho abertos, a taxa de desemprego e a participação na força de trabalho de março. A leitura anterior foi de abertura de 151 mil vagas (estimativa de abertura de 135 mil), com taxa de desemprego a 4,1% (expectativa de 4,1%). A taxa de participação foi de 62,4%, com estimativa de 62,4%, e os ganhos salariais médios por hora subiram 0,3% (margem) e 4% (ano), com estimativas, respectivamente, de 0,3% e 3,9%.
Presidente do Federal Reserve participa de discurso – O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, participa de evento às 12h25 (de Brasília).
Vice de Supervisão do Fed participa de evento – O vice-presidente de Supervisão do Federal Reserve, Michael S. Barr, participa de evento às 13h (de Brasília).
Conselheiro do Fed participa de evento – O membro do conselho do Federal Reserve Christopher Waller participa de evento às 13h45 (de Brasília).
Baker Hughes expõe sondas em atividade nos EUA na semana – A empresa de serviços Baker Hughes expõe, às 14h (de Brasília), seu levantamento semanal do número de sondas de exploração de petróleo em atividade nos Estados Unidos até 4 de abril.
Lula se encontra com cacique Raoni no Pará – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca, às 8h, para Novo Progresso (PA). Às 10h20 (11h20 de brasília), terá encontro privado com o cacique Raoni Metuktire, na Terra Indígena Capoto/Jarina. Às 13h (14h), participa de cerimônia em sua homenagem e à primeira-dama Janja Lula da Silva pelo cacique Raoni e de condecoração do cacique com a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito pelo presidente da República, na Aldeia Piaraçu, na Terra Indígena Capoto/Jarina. Às 14h40 (15h40), participa de almoço oferecido pelo cacique Raoni. Às 18h50 (19h50), parte para São Paulo, onde deve chegar às 22h15.
Haddad reúne-se com presidentes da CVM e da Fiesp – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estará em São Paulo, onde, às 11h, terá reunião com o presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Pedro Nascimento, e, às 15h, com o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Josué Gomes.
Galípolo tem agenda de despachos internos em Porto Alegre – O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, tem previsão de despachos internos em Porto Alegre.
Diretor do BC faz videoconferência com investidores – O diretor de Política Econômica do Banco Central, Diogo Guillen, tem audiência por videoconferência com investidores estrangeiros organizada pelo Official Monetary and Financial Institutions Forum (OMFIF) às 11h. De tarde, às 14h30, o diretor tem reunião com economista da Absolute Investimentos. Os diretores de Política Monetária, Nilton David, e de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos, Paulo Picchetti, participam de reunião com representantes do Fundo Monetário Internacional (FMI) às 9h. David ainda se reúne com os gestores de portfólio da Millennium Capital Andres Anker e Rubens Machado. Às 10h15, o diretor ainda tem reunião por videoconferência com representantes da Capstone. Os demais diretores têm previsão de despachos internos.
04/04/2025 07:23:26
— Valor Econômico