Ministro da Justiça intervém junto a governador em meio a invasão no Congresso

Flávio Dino disse há pouco que as forças policiais de Brasília estão agindo contra os manifestantes bolsonaristas que invadiram o Congresso Nacional e o STF

O ministro da Justiça, Flávio Dino, disse há pouco que as forças policiais de Brasília estão agindo contra os manifestantes bolsonaristas que invadiram o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).

“Essa absurda tentativa de impor a vontade pela força não vai prevalecer. O Governo do Distrito Federal afirma que haverá reforços. E as forças de que dispomos estão agindo”, afirmou Dino em sua conta no Twitter.

O ministro está neste momento na sede do Ministério da Justiça, que fica há poucos metros da movimentação de milhares de bolsonaristas em direção ao Congresso, STF e também Palácio do Planalto.

Dino também informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que está acompanhando o caso e “mantém diálogo com o GDF.

Ontem, Dino já havia acionado a Força de Segurança Nacional contra eventuais atos antidemocráticos diante da informação de que grupos bolsonaristas caminhariam do acampamento em frente ao quartel do Exército em Brasília para a Esplanada dos Ministérios.

O secretário de Segurança do DF, Anderson Torres – que até o fim de dezembro era ministro da Justiça do Governo Bolsonaro – também se manifestou nas redes sociais: “ Cenas lamentáveis agora na Esplanada dos Ministérios. Determinei ao setor de operações da SSPDF, providências imediatas para o restabelecimento da ordem no centro de Brasília”.

O episódio gerou reação até do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Pacheco disse ter conversado com o governador do DF, Ibaneis Rocha, com quem vem “mantendo contato permanece”.

“O governador me informou que está concentrando os esforços de todo o aparato policial no sentido de controlar a situação”, frisou Pacheco. “ Na ação, estão empenhadas as forças de segurança do Distrito Federal, alem da Polícia Legislativa do Congresso. Repudio veementemente esses atos antidemocráticos, que devem sofrer o rigor da lei com urgência” acrescentou o presidente do Senado.

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