Novo teto para o bitcoin pode estar perto dos US$ 150 mil, analisa especialista do mercado

Com posse e início da administração de Donald Trump nos Estados Unidos, teto para valorização do bitcoin caiu a US$ 150 mil.

Em dezembro, quando o bitcoin, criptomoeda de referência do mercado, ultrapassou a barreira dos US$ 100 mil, alguns analistas afirmaram que o fim do bull market do ativo estaria perto dos US$ 250 mil.

Passado algum tempo, com a posse de Donald Trump, o início de uma guerra comercial e o sequestro da pauta econômica por parte dos Estados Unidos, o executivo Guilherme Prado, country manager da Bitget, já não está mais tão otimista assim.

“Existe uma imprevisibilidade muito grande” em torno de Donald Trump, afirma. “Então, a gente não sabe. O mercado virou uma caixinha de surpresa”, conta ele, em entrevista à Inteligência Financeira.

Bull run do bitcoin

Segundo ele, no entanto, há um sentimento de que o atual ciclo de alta do bitcoin vá terminar bem antes dos US$ 200 mil. “Em um potencial bull run até o fim do ano, eu acredito em uns US$ 150 mil”, afirma.

Para ele, com a forte realização de lucros, que levou a cotação da moeda para US$ 94 mil no pior momento, os investidores construíram uma barreira em torno de US$ 150 mil e US$ 200 mil.

“Eu acho que, assim, tem uma questão sentimental. Porque muitas pessoas buscam realização nos US$ 150 mil ou nos US$ 200 mil. Então, eu acho que, assim, deu essas pernadas, as pessoas estarão propensas a realizar os seus lucros”, destaca.

Confira acima a entrevista completa, em vídeo, com o country manager da Bitget, Guilherme Prado.

Na conversa, ele também fala sobre a criação da memecoin de Donald Trump, a TrumpCoin, além do segmento de stablecoins e as perspectivas para o mercado cripto no Brasil em 2025.

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